AC- AdeliaCovre Consulting - Consultiria e Assessoria em Gestão de Produtos - Indústria Moveleira


"Não olhe para o ciclo de vida do produto: olhe para o ciclo de vida do mercado."(Philip Kotler)
"A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente."(Peter Drucke).

domingo, 27 de dezembro de 2015

Novos Caminhos, Novas Metas - A Busca pelo Sucesso em 2016!

Final de ano batendo a nossa porta e aqui estamos nós, prestes a iniciarmos mais um ano!

Sabemos todos, que 2016, será um ano altamente desafiador para todos e em todos os segmentos de mercado.

Contudo, ficar lamentando o perdido, com certeza não será o caminho. 

É preciso que a reflexão seja fator fundamental e motivador para que todos possam aprender com os próprios erros, aqueles cometidos no passado e assim conseguir atingir uma retomada consciente e com foco visando o acerto de rumo.

Na busca pelo sucesso, não podemos descartar a atitude primordial para isso – Mudança Comportamental!

Esse é único caminho para atingir o sucesso diante de tantas mudanças enfrentadas no cenário sócio econômico.

O fato é que mudar é algo que muitos querem, porém nem todos sabem por onde começar ou mesmo como efetuar. Em sua maioria, isso ocorre justamente por não enxergarem claramente o valor e a sabedoria resultantes de todas as mudanças quando efetuadas de maneira aberta e consciente.

Encarar as mudanças de frente, com a consciência de quem sabe da necessidade de mudar sempre, com uma visão clara dos benefícios disso em um mercado cada vez mais exigente é mais que uma obrigação. É uma questão de sobrevivência, como revela até mesmo nosso planeta, palco de mudanças implacáveis vivenciadas ao longo da história.

A cada grande alteração do ambiente em que estavam inseridas, as espécies acabavam se posicionando em dois grupos: as que mudavam e as que não se adaptavam e acabavam perecendo. 


Hoje as mudanças acontecem muito mais rapidamente do que nas eras passadas, e são aceleradas a ponto de se tornarem parte de nosso cotidiano.

Aqueles que as percebem, assimilam rapidamente e se adaptam a elas. Estes são aqueles que de fato estão escrevendo a história do fabuloso desenvolvimento na área industrial e nos negócios nos últimos anos.

Os demais simplesmente desaparecem do mercado.

“As empresas que adotam o referencial da produtividade dos recursos e vão além das áreas atualmente regulamentadas são as que auferem os maiores benefícios.” (Michael Porter)

Volto em mais esse post insistir, só é possível driblar uma crise econômica através de gestão eficiente.

Possuímos no mercado desses novos tempos, inúmeras ferramentas capazes de gerenciar e controlar eficazmente uma empresa, bastando para isso que empresários se pré disponham a utilizá-las.

Vamos ter claro que INOVAÇÂO é a capacidade de criarmos receitas novas, mesmo que para isso sejam utilizados velhos ingredientes, para fazer as mesmas coisas só que de um modo diferente, mais prático e que seja capaz de gerar resultados de valor para outras pessoas.

Obviamente que além de idealizar, é importante que seja feito planejamento e após, colocar a mão literalmente na massa para que seja possível colher os bons frutos da inovação gerada.

Existem alguns pontos que são importantes para obtermos uma gestão eficiente, incluindo neste contexto ações que geram confiança e credibilidade para sua empresa mesmo em tempos de crise.

Tenha em mente que mostrar-se capaz de superar as adversidades e as incertezas do mercado faz de qualquer gestor um verdadeiro líder. 
 
Existem alguns pontos chaves que podem ser utilizados para driblar as incertezas desse próximo ano são:

1. Promova inovação se ainda não o fez.

Criar diferenciais competitivos é uma estratégia imprescindível para quem lida com a gestão de qualquer negócio. Tenha a certeza que em momentos de crise, a inovação continua é o caminho natural de seleção dos melhores.

Por isso, estimule em seus colaboradores a prática do design thinking, para assim buscarem alternativas para execução de processos, seja na linha de produção, seja na área mercadológica. Estimule-os a enfrentar este cenário e reconheça as melhores opiniões.

Com essa prática sua empresa vai manter-se competitiva e sobressair no mercado com toda certeza.

Um bom exemplo de mudança é passar a utilizar um bom software de gestão financeira ao invés de continuar controlando as receitas e despesas da sua empresa com planilhas simples ou pior: com calculadora, lápis e papel.

2. Promova Inovação em seus produtos.

Nesta prática de inovação, são aplicadas modificações no produto final com a criação de novos atributos, ampliando a forma como os consumidores percebem o seu valor na resolução de problemas, ganho de conforto ou outras atribuições como a interação.

Quanto a esta modalidade, felizmente tenho presenciado algumas indústrias do setor moveleiro promovendo verdadeiras mudanças correspondendo assim com os preceitos do Marketing 3.0.

3. Promova Inovação em seu modelo de negócios.

Primeiramente vamos entender que um modelo de negócio é uma visualização simples de como uma organização entrega valor aos seus clientes.

Segundo o especialista Alex Osterwalder, criador do Business Model Canvas (quadro ilustrado abaixo), afirma que inovar apenas em produtos e serviços é um jogo do passado, que para criar grandes empresas é necessário ter excelentes modelos de negócio.



Para melhor compreensão do que quero dizer tomemos como exemplo o que aconteceu com o Facebook.

Em 2004, Mark Zuckerberg fundou o Facebook, uma rede social totalmente gratuita. Ele enfrentou um problema e tanto: Como ganhar dinheiro com um site totalmente gratuito?

O Facebook, com uma imensa base de usuários, começou a vender propaganda para aqueles que tinham interesse em divulgar para os usuários da rede ou seja, ele encontrou um modelo de negócio que o faz faturar altas somas ao ano.

Assim também podemos tomar como exemplo a marca Xerox. Em 1938 um homem chamado Chester Carlson realizou a primeira fotocópia do mundo, criando o processo que seria mais tarde famoso sob a marca Xerox. Inicialmente, diziam que ele jamais conseguiria vender suas máquinas, uma vez que eram extremamente caras para os padrões da época. Carlson se viu com um problema de negócio: como comercializar o produto que as pessoas precisavam?

Ele optou, então, por vender cotas de cópias, ao invés de cada empresa precisar ser dona de sua própria máquina.

Diante do exposto, pense que muitas vezes a solução para o seu negócio pode não estar somente no produto, mas sim no modelo de negócio ao qual ele será comercializado.

Observe como em um bom negocio o sistema funciona em cadeia.

Não se iluda em um ponto. Os impactos da inovação para o seu negócio vão depender e muito do método escolhido por você existindo alguns reflexos aos quais são promovidos pela inovação e estes são importantes ter consciência.

Primeiro Reflexo – Quando a Inovação é incremental.

É quando a inovação significou melhorar continuamente o produto final, fazendo com que o consumidor perceba os benefícios e os avanços de valor do produto ofertado, fazendo com que ele continue investindo na sua marca. Ou seja, é fazer diferente usando praticamente os mesmos ingredientes.

Segundo Reflexo - Quando a Inovação passa a ser Radical.

Aqui, representa uma mudança radical na forma como o produto é consumido pelo cliente e, na maioria das vezes, traz ao mercado um novo conceito, fazendo com que o modelo de negócios vigente até então mude drasticamente.

Nos dois casos é preciso que os gestores da empresa tenham seu modelo de negocio muito bem elaborado e alinhado para obter sucesso.

Como podemos observar, inovar esta muito além de simplesmente mudar a roupagem do seu produto.

Se você é daqueles que acredita que inovar não é pra qualquer um, que pode ser complicado e até mesmo muito difícil por ter que modificar os velhos processos, aquele velho pensamento : “Para que mudar? Sempre deu certo”.

Tenho uma péssima noticia para você: Este pensamento pode prejudicar e muito o desempenho e o crescimento da sua empresa.

Cabe aqui um pensamento magnífico do Mestre da Administração Michel Porter.....

“A transformação tecnológica está expandindo os limites das possibilidades das empresas com maior rapidez do que a capacidade dos gerentes para explorar oportunidades.” (Michael Porter)

Termino 2015 desejando a todos um 2016 de transformações que é exatamente isso que o país necessita para retomarmos o crescimento!

Feliz Ano Novo a todos!

Adélia Covre

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Os Ajustes Necessários rumo a retomada em 2016!

O setor moveleiro enfrentou sérios desafios durante o ano de 2015 é verdade. 

Mas este fato teve um aditivo poderoso e de alta combustão: A falta de precaução deixada de lado nos últimos anos.

A grande maioria das empresas deixaram-se levar pela euforia do consumismo disseminado nos últimos anos por um governo cuja a educação, a saúde a valorização da mão de obra e valores simples de cidadania foi postas em segundo plano.

Podemos resumir esse fato, a um conjunto de AÇÕES E REAÇÕES


O setor vem pagando um preço alto por seu descaso com relação as medidas essenciais que deveriam ter sido tomadas no passado. Poucas são as que tiveram uma visão mais realista dos desmandos de um governo sem foco e despreparado.

Grande parte dessas empresas em questão, estão perdidas e não perceberam ainda que a saída será efetuar urgentemente a lição de casa a anos deixada de lado, sendo regra básica e primordial rever todos os processos internos. Detectar sangrias que minam uma empresa é ponto fundamental, para que assim seja possível de execução provocar as mudanças necessárias objetivando adequar-se o mais rapidamente possível a esse novo modelo sócio-econômico.


Que me perdoem os empresários de visão estratégica, más é preciso que a verdade seja dita.

Poderá haver retomada moderada?


Isso é algo que todos os economistas concordam. Porem, sem mudanças estruturais e conceituais será difícil manter-se no mercado, ainda mais, com a competitividade tão acirrada.

A indústria moveleira precisa urgentemente ser preparada para essa retomada moderada prevista para o próximo ano. Aprimorar sua mão de obra, cujo mercado nos últimos anos focou apenas no investimento de milhões em tecnologia, mas deteriorando seu maior patrimônio.....O CAPITAL HUMANO.

Focaram sempre na copia e não na criação de uma identidade própria!

Preocuparam-se demasiadamente com os custos, contudo aplicaram apenas a depreciação do produto ao invés de centrarem-se na mira de suas sangrias internas.

Uma empresa não se sustenta em um mercado sem estratégias bem definidas e direcionadas, sem uma linha de produtos que realmente seja a linguagem do cliente da atualidade, sem criatividade, inovação e analise adequada de tendências futuras.

O maior erro que pode ser cometido pelo setor industrial moveleiro, foi o de achar que a depreciação de seus produtos traria retorno financeiro. Reduzir custos não resume-se em depreciar e sim em reduzir desperdícios. Algo que a grande maioria não teve competência para enxergar.

Mesmo a busca por novos mercados, só é possível caso sejam preparadas para esse fim e seja executada as transformaçãoes necessárias no processo como um todo e isso também diz respeito a parte comportamental de seus dirigentes.

Investimentos em recursos humanos, produtos e estratégias são necessárias, justamente as áreas as quais pouco se investiu nesse setor nos últimos 20 anos.

Muito se fala neste mercado sobre apostas em inovação de produtos, mas quais de fato o fizeram da forma correta e adequada?

O fato é que as indústrias amarradas ao seu conservadorismo pouco inovaram, pouco investiram nessa área. Continuam batendo a cabeça visando a depreciação nas novas criações e pior, desenvolvendo produtos por intermédio de "profissionais" sem experiência adequada 
ou desqualificada neste mercado peculiar sem analises mercadológicas e estratégicas.

Isso só poderá levar a um desfecho ainda pior. Algo que já vem ocorrendo no mercado, a recuperação judicial oriunda de investimentos mau direcionados.

É visível a culpa de todos nesse processo de declínio.

Muitos no fundo sabem que precisam de ajuda externa, mas não se permitem a tal. Visualizam essa atitude como custo, sendo que o maior custo resume-se em não ter gente capacitada para efetuar a análise estratégica aprofundada e os ajustes que os manterão em pé nesse novo mercado.

A falta de união da classe, a falta de visão realista dos fatos e a teimosia aliada ao orgulho prevalecido por muitos empresários, até aqui não trouxeram melhorias efetivas e isso precisa ser encarado.

É impossível pensar em retomada do setor, sem que haja mudanças efetivas, principalmente a comportamental para que possa ser admitido a necessária mudança.

A verdadeira dificuldade não está em aceitar idéias novas, mas escapar das antigas. (John Maynard Keynes)

Imperativo é perceber neste momento ao qual findamos um ano difícil, que já passou da hora de AGIR e efetuar todas as ações deixadas de lado por anos, aquelas que por muito tempo foram empurradas com a barriga pela acomodação característica do setor.

Vamos relembrar de uma premissa básica:

O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção. (Adam Smith)

É fundamental compreender que o consumidor deste século adquiriu novos hábitos de consumo diante da explosão tecnológica ocorrida nos últimos tempos....Contudo, a inovação inicia-se pela forma pensamento com que lidamos com determinadas decisões e isso é um fato ao qual muito há de ser percorrido para que a indústria consiga atingir índices relevantes nesse sentido. 

Mas uma hora isso terá que acontecer, seja pelo caminho suave ou pelo duro!

Tornou-se habitual, depararmos com empresas que se debatem diante de processos internos e iniciativas sem sucesso rumo a modernidade. Entretanto, este insucesso é decorrente da falta de iniciativas corretas rumo ao objetivo desejado.

As indústrias moveleiras a bem da verdade estão adiando o inevitável!

Em diversas postagens, chamei a atenção para algo pouco explorado por esses setor e de fundamental utilidade para manter uma empresa em patamares sólidos perante o mercado, o exercício do planejamento estratégico e a gestão correta de produtos, a análise interna e a prática de gestão.

As indústrias passaram o ano de 2015 debatendo-se com iniciativas frustradas acreditando em velhos conceitos ultrapassados ou mesmo esperando que um possível milagre pudesse acontecer e com isso poucas conseguiram a famosa “virada de jogo” diante de um cenário nada promissor como o que vivenciamos nos últimos meses.

É preciso compreender que não existem milagres com relação à gestão empresarial!!!......ou efetuamos as mudanças exigidas e nos adaptamos as novas regras do jogo exigido, seguido dos devidos ajustes visando uma retomada de mercado ou ficaremos paralisados aguardando a deriva.

É comum neste tipo de indústria, o alto escalão atribuir culpados por suas próprias falhas, não conseguindo por orgulho olhar para os próprios erros administrativos em sua maioria, o problema vital encontra-se na falta de iniciativas e direcionamento correto por parte da direção da empresa. 

Volto a insistir, as indústrias nos últimos anos investiram demasiadamente em processos produtivos, contudo deixaram o objeto propulsor e principal da comercialização de lado....O PRODUTO E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO que é são as ferramentas que as preparam para enfrentar o mercado.


"O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras das decisões presentes." ( Peter Drcuker)

Pontos vitais para que uma empresa possa ser sustentada, principalmente em momentos delicados de uma economia oscilante.

Existe neste mercado um pensamento altamente conservador e retrogrado que diz respeito a variáveis de mudança e adequação de sistemas internos.

A inflexibilidade é marca registrada nestas indústrias, sendo que o mercado da atualidade clama por flexibilidade.

Os modelos tradicionais de produção seriada dominaram até bem pouco tempo, contudo hoje o modelo exigido é o da flexibilização de processos e sua grande maioria não conseguiu dar um passo sequer nessa nova direção.

Hoje é preciso que o ciclo de vida do produto seja curto e o leque ofertado de variáveis, em maior número, algo que sem flexibilidade produtiva torna-se impossível atingir as expectativas desse mercado peculiar e em franca mutação.

É preciso ser extinto o hábito da incompetência e ser hasteada à bandeira da competência!

Os parâmetros e conceitos de gestão em suas mais diversas modalidades, precisam ser atualizados e modernizados. Não cabem mais, diante desses novos tempos, a falta de atitudes e iniciativa rumo a evolução.

É preciso cessar de uma vez por todas essa inatividade característica e preparar um futuro melhor em 2016 por intermédio de ações!!!


" As únicas coisas que evoluem por vontade própria em uma organização são a desordem, o atrito e mau desempenho." ( Peter Drucker)

Adélia Covre


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

As Raízes do Conservadorismo não Deixadas de Lado!

Praticamente estamos findando o ano letivo de 2015!

Ano este, em que muito foi exigido de todos devido á incompetência administrativa do governo, a falta de ética política seguido da inexistência de honestidade por parte de nossos dirigentes.

Cenário econômico conturbado, mudanças múltiplas na política, na economia, no comportamento de consumo da população, costumes.....enfim, mudanças e mais mudanças inúmeras e desafiadoras.

Contudo, este também foi um ano dedicado as transformações, às iniciativas rumo às atitudes inovadoras, a quebra de paradigmas, assim como o de rompimento com velhos conceitos e porque não dizer pré-conceitos.

Um ano em que inúmeras mudanças ocorreram em empresas inteligentes e de visão abrangente, é verdade, mas também um ano em que muitas outras empresas pouco fizeram e lastimavelmente perderam-se a ponto de provocarem uma enorme paralisação na caminhada rumo à adaptação exigida por este novo cenário que se apresentou diante de nossos olhos, ocasionando um índice altíssimo na perda de talentos.

Muitas indústrias, me refiro aqui as do setor ao qual atuo o moveleiro, deveriam ter inovado, deveriam ter se reinventado. Contudo, muitas optaram pela inércia em seus processos internos rumo á mudança necessária, esquecendo-se das conseqüências que esta atitude poderá trazer futuramente.

Poucas foram as que compreenderam o recado sinalizado pelo mercado e por todas as transformações ocorridas a nível comportamental e mercadológico.

A falta de visão estratégica ainda persiste neste setor por parte de muitos, setor este recheado de egoísmo, conservadorismo e pouco voltado à inovação, que é a ferramenta fundamental e necessária para este novo momento que vivenciamos e que nos espera para os próximos anos.

Fatores estratégicos, tais como o reconhecimento do design enquanto ferramenta e veiculo poderoso de Marketing, ainda é ponto que persiste no posicionamento de muitos empresários e consequentemente pouco é canalizado investimentos nesse sentido.

A miopia referente aos reais valores que fidelizam de fato um cliente através de seu atendimento é fator que ainda persiste.

O reconhecimento de que montadores são os reais responsáveis diretos pelo pós venda, é algo longínquo de tornar-se realidade e admitido por lojistas e industriais do setor.

A linguagem propagada pelo novo modelo de Marketing ao qual visa a interatividade e a emoção proveniente de produtos ofertados, caminha a passos lentos e distante ainda de ser devidamente explorado pelas indústrias seriadas desse setor.

Temos ainda a questão do retrabalho existente na indústria moveleira, que a anos vem minando seus cofres e não foi devidamente controlado. Muitas nem se quer conseguem nos dias de hoje mensurá-lo com exatidão.


Todos esses pontos me remetem a uma frase do Mestre da Administração Peter Drucker:

“O que pode ser medido, pode ser melhorado.”( Peter Drucker)

A mudança comportamental do mercado e do consumidor desses novos tempos, surge como condutor de uma verdadeira transformação na linguagem industrial seriada, exigindo assim, a flexibilidade no sistema produtivo, devido a uma variedade de produtos hoje exigidos pelo mercado, em que o ciclo de vida desses produtos torna-se mais curto, mas muitas indústrias nem se quer moveram-se para efetuar a necessária flexibilização em seus processos e menos ainda, canalizaram investimentos em desenvolvimento e pesquisa de maneira profissionalizada.

Esta alteração na linguagem produtiva, surge decorrente das necessidades desse novo perfil de consumidor havido por novidades e desejos de produtos inteligentemente desenvolvidos que não somente os surpreenda, mas também que provoque alguma emoção.

Mas a pergunta que não podemos deixar de lado aqui será:

Até quando as indústrias moveleiras permaneceram com seu conservadorismo em sua Gestão?

O fato é que, o ano de 2016 está batendo em nossa porta e pergunto aqui quais foram ás medidas tomadas pela indústria desse setor visando a modernidade e a retomada do mercado no próximo ano?

Obviamente que muitas visivelmente fizeram a lição de casa e estas estão conseguindo destacar-se no mercado mesmo diante de toda a crise instaurada no país e esse fato é visível para aqueles que acompanham o cenário mercadológico.

À este feito, podemos chamar de COMPETÊNCIA incontestavelmente!

O mercado hoje visivelmente esta dizendo NÂO a INCOMPETÊNCIA e exigindo das empresas COMPETÊNCIA!

Algo que o brasileiro não estava nem um pouco habituado.

O ponto crucial aqui é que: As empresas que não promoverem as alterações necessárias rumo a quebra rápida de conceitos ultrapassados de gestão, terá comprometida sua permanência no mercado para os próximos anos.

É irrefutável que é preciso MUDAR, INOVAR e REINVENTAR-SE!

Somente com essas atitudes é possível uma empresa manter-se sadia e rentável nos próximos anos.


“Se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho.”( Peter Drucker)


REAVALIAÇÃO interna, esse deve ser o ponto chave para provocar a mudança exigida e essencial a sobrevivência!!!

Adélia Covre 

domingo, 1 de novembro de 2015

Desenvolver Produtos esta além de projetar!

Estamos sem sombra de duvidas diante de uma nova era, diante de Novos tempos!

Tempo este de inovar, tempo de estabelecer novas formas de interagir, tempo de romper barreiras ultrapassadas, tempo de modernizar e reinventar-se não cabendo mais o conservadorismo encrustado na maioria da empresas do setor moveleiro.

Diante de tantas mudanças na linguagem moderna desses novos tempos, é preciso também ter consciência que hoje em dia criar um produto esta alem de simplesmente projetá-lo.

Requer que profissionais ligados ao design assumam um papel ainda mais ousado.....papel este que na maioria não é permitido dentro da indústria moveleira.

Deixar de ser um figurante para assumir de fato a direção de suas criações.

Este papel que vai muito alem de meramente projetar, é fundamental saber alinhar uma criação a marca de uma empresa.

As empresas de um modo geral, e saliento aqui as do setor moveleiro, precisam compreender de uma vez por todas, que o design tem que estar envolvido na organização estrutural da empresa nestes novos tempos.

Trocando em miúdos, quer dizer que a liderança do design tem que estar presente á nível de diretoria presente também nas divisões internas da empresa. 

Algo raro de encontrarmos neste setor, infelizmente!

Para maior compreensão, o procedimento precisa acontecer de CIMA PARA BAIXO e não o contrário como vem sendo a mais de 40 anos.

É necessário que haja um compromisso da direção da empresa para o uso do design como fonte de inovação ao qual culminará em um esforço constante para existir de fato a mudança positiva e com isso a almejada evolução.

Podemos citar empresas como a Apple, Walt Disney, Nike, Procter & Gamble, Starbucks e Coca-Cola, que são exemplos de organizações apontadas como design-driven-companies, ou seja: Empresas guiadas pelo design, que segundo um levantamento efetuado, os resultados obtidos nestas empresas que atuam dentro dessa filosofia, chegam a ser 228% superiores a outras marcas também da lista S&P 500 no mercado de ações.

Pensem nisso!

É um dato altamente expressivo e impossível de ser contestado.

Passou do momento das indústrias moveleiras em especial, atuarem com Direção de Arte e as Estratégias Criativas. Prática esta que nascem em um momento em que existe grande demanda por profissionais habilitados a operacionalizar diferentes saberes, visando essencialmente apresentar soluções criativas e inovadoras.

Cabe ainda neste contexto perfeitamente o uso do Design Thiking, ao qual é um processo de pensamento critico e criativo que nos permite a organização de informações e idéias, bem como a tomada de decisões, o aprimoramento de situações e a aquisição de conhecimento. Pois ele nos ajuda na imersão e no entendimento de parâmetros e padrões essenciais para serem criados projetos com uma qualidade superior.

Vamos deixar claro que ao aliar conhecimentos científicos e saberes originários da prática profissional, buscamos incontestavelmente incentivar o uso do método do processo criativo para a solução de problemas de modo interdisciplinar e interdiscursivo.

Segundo Ortega (1997:216 - La comunicación publicitaria, Madrid: Pirámide):

“A estratégia criativa obriga ao grupo criativo atuar dentro de um campo definido, que em certas ocasiões pode ser interpretado como uma limitação da capacidade de expressão artística que prejudica o próprio processo criativo e os resultados do mesmo. Porém, na realidade, mais que uma limitação, a estratégia criativa constitui o ponto de partida para o desenvolvimento do processo de criação”.

A grande missão da estratégia criativa aplicada ao produto é a construção da mensagem que um novo produto passará ao seu publico alvo.

Convenhamos que se estamos na era da interação, segundo o mestre Kotler, e em conformidade aéos preceitos do Marketing 3.0, obviamente que o produto deve e precisa estar engajado dentro deste contexto e isso apenas será possível por intermédio de estratégias muito bem alinhadas dentro de uma empresa.

Isso porque primeiramente é imperativo que seja identificado claramente o objetivo do negócio da empresa ao qual normalmente é determinado pelo conselho ou pelo diretor financeiro contendo alguns objetivos financeiros anexados.

Não podemos esquecer que os objetivos e as estratégias de marketing são derivados do objetivo em conjunto com a estratégia de uma empresa e neste caso o óbvio será conquistar o market-share convencendo os consumidores de outras marcas a mudarem para sua empresa e neste caso o grande desafio será converter experimentação e interação em fidelidade.

Eis aqui o Grande Desafio proposto pelo Marketing 3.0.

Mas ainda, não podemos nos esquecer de outro ponto chave: O papel da comunicação a qual é certamente o de persuadir os não usuários a pensar de forma diferente em relação a sua marca, o seu produto, para mudar seu comportamento como resultado dessas atitudes.

É preciso identificar os obstáculos que podem atrapalhar o alcance desse objetivo e para isso é fundamental o uso de pesquisas para definir o que os compradores do concorrente pensam da sua marca e o porquê de não a escolherem.

Como a recessão impactou as atitudes e comportamentos das pessoas em geral com relação às compras, é preciso desenvolver e promover insights nos compradores.

Aqui entra a superação de obstáculos e a criatividade para isso.

Torna-se imperativo desenvolver várias soluções hipotéticas e pesquisar constantemente.

Como sugestão, é interessante conduzir entrevistas com uma variedade de consumidores do seu segmento, assim como, refinar a estratégia criativa e analisar como ela deve funcionar após todos os dados coletados.

Escreva o briefing criativo de maneira clara, atentando-se que muitas vezes o MENOS pode ser o MAIS e quanto mais você refina e corta, mais focado e eficaz o briefing será.

Importante é ter claro que é possível criar produtos lindos, originais e ate inovadores bem como fantásticos, contudo estes podem passar apenas perto do que seria necessário para atingir o seu publico alvo.

Reflitam sobre isso!....

Esteja atento: Todo ato criativo é fascinante, porem é perigoso a partir do momento que uma empresa ou sua equipe, tende a acrescentar algo pessoal e subjetivo visando apenas interesses pessoais.

Algo que é comum ocorrer em varias indústrias moveleiras e necessita assim urgentemente ser reavaliado.

Não se enganem, empresas engessadas e conservadoras não cabem mais no contexto dessa nova era!

Encerro esse post com um pensamento admirável e expressivo do extraordinário Steve Jobs...

Os que são loucos o suficiente para pensarem que podem mudar o mundo, são os que o fazem!” (Steve Jobs)

Adélia Covre

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O Design Evolutivo – A Indústria Moveleira esta preparada?

Estamos diante de inúmeras transformações sociais, econômicas e tecnológicas e esse fato é impossível negamos!

Tais mudanças ocorridas nos últimos anos, acabaram causando a intervenção no design pelo usuário, ao qual grande parte hoje dos produtos desenvolvidos, visam as experiências causadas a estes usuários, cujo foco primordial seja atender as suas necessidades e com isso inserindo-os como sujeitos ativos no processo de design nesses novos tempos.

O consumidor passou a ser contemplado diretamente atuando dentro do processo da concepção de um produto e consequentemente da ação evolutiva do design.

A experiência do consumidor, assim como o conceito de design são processos mutáveis, frutos da evolução de filosofias projetuais, tecnologias, e contextos sócio-econômicos, em que seus significados são construídos tanto pelos designers que pensam e atuam visando à solução, bem como pelos usuários que a experimentam.


Projetar produtos interativos que sejam realmente usáveis, requer que seja levado em conta, a experiência causada por quem irá utilizá-los, e o seu contexto de uso. 

Uma outra preocupação importante que necessita existir, consiste em entender o tipo de interação que as pessoas realizarão quando estiverem interagindo com os produtos aos quais foram desenvolvidos dentro dessa nova filosofia, portanto para esse fim.

Desse modo, para que um projeto possa passar boa experiência ao usuário, é preciso considerar um conjunto de elementos tais como:

1. Para quem vamos projetar (é necessário conhecer singularidades correspondentes ao usuário que irá participar da experiência);

2. O que será projetado como objeto da experiência (se é um produto, um serviço, uma interface, ou uma nova tecnologia);

3. O objetivo da interação (como por exemplo, criar uma experiência de interação onde permita que o usuário possa mergulhar na experiência por meio de uma interface atraente e fácil de operar);

4. Onde a experiência ocorrerá (seu contexto específico de uso seja este físico, social, tecnológico, etc.);

5. E quando a experiência ocorrerá (considerando que, de acordo com aspectos cognitivos e emocionais do usuário, a experiência possa iniciar antes mesmo da interação propriamente dita).

Dada a complexidade das relações entre os fatores humanos e os contextos que compõem uma experiência, assim como suas características intrínsecas, ou seja, pesquisas desenvolvidas no campo do Design Emocional (Emotional Design), busca-se compreender a experiência subjetiva na relação humano-produto e assim projetar com foco nas emoções.

Eis uma filosofia que bate em cheio com os conceitos do Marketing 3.0 difundido pelo Mestre Philip Kotler.

Segundo o Mestre e Designer Gui Bonsiepe (2012), “A preocupação central do design, está justamente na otimização da relação usuário e produto, contribuindo para o processo de desenvolvimento do produto de forma integrada, em que, a aparência do produto não deve ser interpretada de forma especial como algo agregado, mas sim conformada com a estrutura da solução. Desse modo, por meio da aparência, o designer busca imprimir personalidade ao produto, estimulando as emoções e comportamentos dos usuários.”

Uma coisa é possível afirmar por estar comprovado, projetos com foco nas emoções humanas já vinham sendo desenvolvidos anteriormente pelas áreas do design em todo o mundo, porém sem a devida comprovação científica dos reais impactos causados pelos produtos em sua relação com os usuários, o que acabou levando os projetistas, a trabalharem de forma arbitrária ou indutiva na tentativa de criar produtos que causassem determinadas sensações nas pessoas. 

O estudo das emoções no design, lembrando ser de caráter interdisciplinar, surge portanto com o propósito de fornecer suporte aos projetos de design com foco nas experiências dos usuários, contando com contribuições de áreas como a ergonomia, a psicologia e a antropologia.

Diante do exposto, será que as indústrias moveleiras estão particularmente alinhadas dentro desse contexto ainda recente aqui no Brasil?

Será que estão alinhadas para desenvolverem produtos dentro deste novo conceito?

Vejo que caso a visão estratégica por parte das organizações não se expanda, a ponto de serem compreendidos todos esses pontos citados anteriormente, será difícil manter uma sobrevida sadia no mercado que nos aguarda nos próximos anos.

Infelizmente ainda nos dias de hoje, o interesse financeiro existente por parte das empresas, comprometido na maioria com as vendas, normalmente acaba sendo a direção do trabalho voltado ao desenvolvimento, deixando assim por completo de atender o foco que deveria ser o principal: "As necessidades específicas que precisam ser abordadas por intermédio das metodologias de projeto, comuns e próprias do design"

A criação acaba muitas vezes em não atender as necessidades do cliente, pois dificilmente a decisão será definida por quem vai consumi-la, ou com base na visão do consumidor, que deveria ser a base fundamental de onde nasce o trabalho e de onde se deveria buscar os conceitos.

Outra dificuldade é que as questões culturais no Brasil também regem o posicionamento do design, isso em comparação a países desenvolvidos como Europa, USA e Japão. 

Basta observarmos a evolução do mobiliário nos últimos 10 anos como foi apresentado no congresso moveleiro deste ano pela Amiga e também Designer Silvia Grilli (Portal TRENDMÓVEL).

Comparado a produtos como os eletro eletrônicos e linha branca, no universo onde "nada se cria e tudo se copia", foi quase nada, devido ao conservadorismo de conceitos ultrapassados de design.

Poderia aqui ficar exemplificando por intermédio de fotos a evolução do mobiliário em nosso país, porem prefiro deixar a critério de cada um a análise dos fatos.

Finalizo esse post com uma citação do Papa do Marketing, Philip Kotler, em sua palestra no seminário “The Best Of Philip Kotler” , em São Paulo onde o foco principal foi os novos desafios do marketing e os caminhos que devem ser trilhados pelas empresas.

“O design de um produto é tão ou mais importante que o nome da empresa em si e citou como exemplo a Harley-Davidson. Ele revelou que sua esposa queria uma moto da marca apenas para colocar na sala de estar de sua casa como objeto de decoração. E completou dizendo que a marca cria um universo em torno da marca, com relógios, jaquetas e até barbas para quem quiser incorporar o um “estilo de vida”.”

Que as indústria do setor moveleiro possam repensar suas estratégias e conceitos, visando colocar por terra sua forma convencional de pensar e administrar, bem como seus valores e estratégias adotadas visando adoção de medidas inovadoras.

Tenham todos, uma semana produtiva em ações que inovem!!!

Adélia Covre



Fonte: http://www.proceedings.blucher.com.br/article-details/a-experincia-do-usurio-no-processo-evolutivo-do-design-12922

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Design Inteligente – Porque as Indústrias Moveleiras terão que se adaptar!

Entramos definitivamente na era do produto inteligente!

O que isso quer dizer?

Quer dizer que um produto para ter apelo diante desse novo consumidor, precisa nesses novos tempos possuir funções interativas, seu uso exige trabalho cognitivo e um desenvolvimento cognitivo está relacionado às diversas áreas as quais temos contato diariamente, como os pensamentos, a percepção, a linguagem, o raciocínio e a memória.

É cada vez mais comum, especialmente em grandes metrópoles, pessoas morarem em lugares apertados, cuja área privativa é pequena e esses apartamentos de poucos metros quadrados precisam de uma decoração inteligente, projetos muito bem pensados para não se tornarem verdadeiros cubículos ou “apertamentos” e é nesse sentido, que muitos designers vem trabalhando em todo o mundo.

A exemplo dessas soluções inteligentes, podemos citar o chamado de CityHome, que é uma aposta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) para resolver o problema do espaço em casas pequenas.

Ele é um dispositivo controlado por gestos e capaz de se mover como uma peça em um jogo de encaixar. Ele conta com um balcão de cozinha, superfície de fogão, mesa, cama e armário, tudo em um mesmo móvel.



Por se tratar de um móvel, ele pode ser deslocado para um lado ou outro da casa, servindo inclusive para ocultar espaços, como acontece na imagem demonstrada acima, em que a tecnologia utilizada é a grande vedete, e o CityHome demonstra servir para esconder parte do banheiro do apartamento tomado como exemplo.

O interessante do projeto é a promessa de seus criadores, que é a de fazer um apartamento de 20 metros quadrados parecer ser três vezes maior do que realmente é.

O projeto foi desenvolvido pelo laboratório Changing Places (algo como “Mudança de lugares”), especializado neste tipo de mobiliário aplicada ao dia-a-dia de espaços. Segundo o líder da equipe responsável pelo CityHome, Kent Larson, o dispositivo não é apenas um conceito e eles estão trabalhando para levá-lo ao mercado.



Se esta idéia vai vingar ou não no mercado, ainda não sabemos, mas uma coisa é certa, o conceito é extremamente interessante, inteligente e acredito ser um excelente exemplo e tento de mobiliário no conceito inteligente.

As indústrias moveleiras e de muitos outros segmentos, terão que parar de desdenhar tanto de seus departamentos de desenvolvimento de novos produtos e partirem para investimentos relacionados a pesquisas voltadas a produção de desenvolvimentos de produtos inteligentes, que transmitam emoção e uma experiência nova relacionada a interatividade do consumidor com o produto desenvolvido e adquirido.

Agora será impossível fugirmos dessa nova realidade.

Muito vem se falando em Smart Design, mas muito ainda precisará ser feito na indústria para ser possível alcançarmos e implantarmos essa nova filosofia de conceitos de produtos.

As indústrias precisam compreender a importância da visão estratégica como ferramenta fundamental para a realização de investimentos em pesquisas tão necessárias oriundas dos setores de desenvolvimento de produtos.

As indústrias precisam inovar e não me canso em dizer isso!

Precisamos lembrar que devido aos grandes avanços tecnológicos e a evidente demanda por segurança e comodidade, a automação residencial tem ganhado destaque no mercado atual. Com o objetivo de integrar dispositivos e sensores de uma residência, a automação proporciona um maior conforto e segurança aos usuários, centralizando todo o controle em um único dispositivo.

É preciso lembrar aqui que sistemas de automação residencial, vêm se destacando cada vez mais no mercado atual, tendo grande crescimento, vindo acompanhado do desenvolvimento de novas tecnologias e meios de controle, até então tidos como inovadores.


Assim como os smartphones e as smart TVs, quando apresentado aos adéptos como sendo uma nova tecnologia que lhes proporciona maior comodidade, seus usuários não se imaginam privados de seu uso, que passa a ser uma ferramenta essencial no dia a dia.

Do mesmo modo, tem ocorrido com a integração dos dispositivos por meio da Domótica.

A Domótica é uma tecnologia recente e é responsável pela gestão de todos os recursos habitacionais. Este termo nasceu da fusão da palavra “Domus”, que significa casa, com a palavra “Robótica”, que está ligada ao ato de automatizar, isto é, realizar ações de forma automática.

Muito alem da necessidade de conscientização desse novo conceito de mobiliário, é preciso assumir uma postura sem medo de revolucionar esse mercado tão cheio de conservadorismo oriundo do universo industrial moveleiro existente no Brasil.

“Criatividade consiste no total rearranjo do que sabemos com o objetivo de descobrir o que não sabemos.” (George Kneller)


Que todos possam refletir e respeito da importância desse tema na atualidade!

Adélia Covre

Fontes: · co.Design · Gizmodo

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A Mudança Comportamental necessária à Inovação!

Estamos definitivamente presenciando nos últimos anos mudanças comportamentais significativas no mercado e também no universo tecnológico-digital.

O Fato é que, toda a mudança a qual vem sendo sentida na atualidade, irá forçar a mudança necessária na indústria moveleira, o que provocará que os empresários desse setor se vejam diante de uma “Grande Sai Justa”, em decorrencia do conservadorismo predominante no setor por anos a fio.

A busca por conhecimento e as rápidas mudanças que vem ocorrendo em todos os cenários, deixa explicito que se não houver mudanças comportamentais emergenciais, isso afetará negativamente os relacionamentos comerciais, pessoais e organizacionais das empresas e por conseqüência natural os resultados.

Necessário é compreender que os resultados almejados por uma organização, estão diretamente ligados ao nosso comportamento, portanto o único caminho é comporta-se de acordo com o resultado que se pretende atingir e para isso o primeiro passo que o empresário deve tomar é perguntando a si mesmo:

Estou pronto para mudar minha forma de pensar, agir e olhar?

Mas é preciso deixar claro aqui que: Sem que haja mudanças profundas na forma de pensar, agir e visualizar o mercado de hoje, torna-se impraticável qualquer iniciativa pretendida rumo a inovação necessária cobrada por esse novo cenário do mercado atual.

Vamos compreender que a mudança comportamental significa alterar a sua forma de agir para alterar os resultados.

Obviamente que a mudança comportamental não é algo fácil sem contar que leva algum tempo para ocorrer, afinal requer na maioria das vezes o desapego à crenças e paradigmas impostos por dogmas sociais, familiares e religiosos. 

Contudo, para ser possível expandir percepções de mundo é preciso desconstruir-se e reconstruir-se, permitindo a si mesmo o aprender e reaprender.

Em um post passado, citei uma frase que vem de encontro a essa realidade:

“O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender.” (Alvin Toffler)

Esse pensamento do escritor e futurista Alvin Toffler, nos remete a mais pura realidade dos fatos vividos no momento presente.

Ocorre que a realidade no sentido lato, não é aquilo que enxergamos e sim, uma extensão dos nossos modelos mentais.

Entre as diversas possibilidades existentes para que uma empresa promova a inovação, possuímos aquelas que se referem a inovações de produto ou de processo.

Estas especificamente são conhecidas como inovações tecnológicas. 

Existem outros tipos de inovações claro, como as que podem se relacionar a novos mercados, novos modelos de negócio, novos processos e métodos organizacionais e ainda as de novas fontes de suprimentos. 

Contudo, infelizmente as pessoas normalmente confundem inovação e processos de inovação, com melhoria contínua e processos relacionados a esse tema e é preciso deixar evidente aqui que:

Para que uma inovação seja caracterizada, é necessário que seja causado um impacto significativo na estrutura de preços, na participação da empresa no mercado, em sua receita, dentre outros fatores preponderantes no contexto.

Gravem isso: As chamadas melhorias contínuas, normalmente, não são capazes de criar vantagens competitivas de médio e longo prazo, mas de manter a competitividade dos produtos em termos de custo.

“Inovação é a exploração com sucesso de novas ideias.” – (Nick Baldwin)

Um dado interessante que muitos do setor moveleiro não se atentaram é que a maioria das grandes empresas e principalmente as de sucesso, são detentoras de áreas inteiras dedicadas à inovação, possuem laboratórios de pesquisa e desenvolvimento que contam com vários pesquisadores. 

Porem, para que as indústrias realizem inovações é necessário em primeiro lugar que os empresários tomem consciência da real importância existente em inovar em um cenário competitivo como o vigente na atualidade.

Ouçam: É impossível se tornar uma empresa inovadora sem dar a devida importância ao tema.

O assunto referente a inovação é complexo admito, afinal ele permite interpretações e também adaptações e envolve uma série de competências tecnológicas, mercadológicas e gerenciais. Algo que, na indústria moveleira, muito ainda há de ser feito nesse sentido.

Entender o conceito de inovação e praticá-lo demanda tempo, dedicação e investimentos.

Entretanto, o que se pode perceber é que as empresas que se tornam verdadeiramente inovadoras não se arrependem de ter direcionado seus negócios nesse caminho.

Vamos refletir sobre esse tema e procurar caminhos que nos permitam chegar lá!

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.” – (Leon C. Megginson)

A todos um excelente final de semana!...


Adélia Covre

domingo, 13 de setembro de 2015

Diagnóstico Estratégico – Uma Ajuda eficaz!

Inúmeras indústrias atualmente, andam diante de chamada verdadeira “saia justa”, em decorrência do novo panorama econômico e politico que estamos atravessando na atualidade. 

O fato é que aquelas empresas que teimaram em não efetuar a famosa " lição de casa" no passado, objetivando prevenir seu futuro, estão experimentando momentos de desequilíbrio de todas as ordens em seu próprio negócio.

A falta de visão estratégica sem duvida alguma contribuiu e muito para a existência dessa realidade, aliado obviamente a mentalidade de gestores que nada tem de inovadora, a deficiência em processos e problemas na condução da gestão de seus negócios.

É Justamente nesse sentido, que venho hoje abordar um assunto de extrema importância. 


Assunto este que infelizmente muitos empresários, em especial os do setor moveleiro, desconhecem sua eficiência. As empresas sempre viveram momentos conturbados, algumas de caráter econômico, outras políticas, mas as mais comuns são as administrativas e internas. 

Esses momentos críticos nada mais são que, acontecimentos que envolvem falhas, sejam elas em processos ou gestão, mas que geram aflição geral, situações de desgaste nos relacionamentos, ameaçando a imagem organizacional, os negócios, podendo acarretar grandes perdas financeiras.

Nesse sentido é que venho abordar a prática do Diagnóstico Estratégico!

É fundamental que se saiba que por seu intermédio é possível prestar socorro eficiente e substancialmente para uma empresa no tocante a direcionar seu leme, seu rumo ao sucesso, extraindo através deste tipo de diagnóstico a situação real de uma organização, ou seja,  “como sua empresa está” ou “onde ela está” e “onde se quer chegar”.

Tal afirmação me remete ao seguinte pensamento de Sêneca, filósofo romano, 04 A.C./ 65 D.C.


“Nenhum vento é favorável para quem não sabe para que porto conduzir seu navio.”

Muitas indústrias do setor em questão, se vêem despreparadas para enfrentar momentos tão conturbados como os que estamos vivendo hoje em nosso país. Muitas delas pela falta não somente de um planejamento estratégico eficiente, mas também pela falha no gerenciamento estratégico ou falta dele.

Para quem é deste setor, sabe bem a que me refiro, sabe dos problemas enfrentados com a falta de mão de obra especializada, bem como grande parte, por serem de origem familiar apontam despreparo em práticas de modalidades de gestão em todas as suas interfaces.


É exatamente ai que o Diagnóstico Estratégico entra, pois ele possui a finalidade de apontar a situação atual da empresa, levantando assim informações valiosíssimas sobre o modelo de gestão que a empresa adota tais como seus pontos fortes no mercado e oportunidades que podem ser implementadas no tocante a melhoria.

Este tipo de serviço também tem por objetivo conhecer o posicionamento da empresa perante seus colaboradores, a maneira a qual efetua suas tomadas de decisões, como a empresa se relaciona com seus clientes e de qual forma oferece seus produtos e serviços a eles. 

Através deste diagnóstico é possível ainda visualizar o negócio da empresa como um sistema dinâmico, cujas áreas interagem entre si e com isso avaliar o seu desempenho, reconhecendo suas principais dificuldades/deficiências para que assim possam ser estancadas por intermédio de ações corretivas ou que venham a ser implementadas.

Ele ainda proporciona ao gestor, informações básicas e altamente pertinentes para verificação das vantagens do planejamento estratégico, caso ele exista, através do tratamento adequado dos pontos fortes, fracos e neutros da organização, assim como as oportunidades e ameaças do ambiente externo. Esta é a etapa do processo que tem o objetivo de mostrar qual a situação real da empresa de acordo com os aspectos internos e externos.

Quero deixar claro para quem ainda não compreendeu que o diagnóstico estratégico corresponde exatamente à primeira fase do processo de um planejamento estratégico e procura responder à pergunta básica “qual a real situação da empresa quanto a seus aspectos internos e externos?”, verificando o que a empresa tem de bom, de regular ou de ruim no seu processo administrativo.
É ele que pode lhe apontar o norte caso a empresa tenha saído dos trilhos! 

Podemos considerar que o Diagnóstico Estratégico nos fornece um alicerce teórico, contendo as informações relevantes para uma tomada de decisão. É importante aqui, levarmos em consideração, o desempenho da empresa nos últimos períodos, bem como as experiências, situação e claro, os objetivos futuros.

Ao concluir tal diagnóstico nos dois ambientes, ou seja, interno e externo, teremos concluído a famosa análise SWOT.

O termo SWOT vem do inglês e suas siglas significam: strenghts, weaknesses, oportunities e threats. Traduzindo querem dizer: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. 

Ela é uma ferramenta que procura analisar os ambientes elencando todos os fatores investigados no diagnóstico estratégico.

São eles: os pontos fortes, os pontos fracos, as oportunidades e as ameaças, em forma de tabela, para que possamos assim elaborar um plano de ação onde seja trabalhado estes aspectos, almejando aproveitar as oportunidades, desviando e se adaptando das ameaças, conservando os pontos fortes e tentando resolver ou melhorar os pontos fracos. 

Neste contexto cabe a utilização do modelo das Cinco Forças de Michael Porter(1985): Rivalidade entre concorrentes, Poder de Negociação dos Clientes, Poder de Negociação dos Fornecedores, Ameaça de Entrada de Novos Concorrentes, Ameaça de produtos substitutos.

Estas cinco forças são uma ferramenta estratégica de análise ambiental que permite analisar o grau de atratividade de um setor da economia. Ele identifica os fatores que afetam a competitividade, dentre os quais uma das forças está dentro do próprio setor, sendo que os demais são externos. 

O professor Igor Ansoff, considerado o “Papa do Planejamento Estratégico” e criador da celebre “Matriz de Ansoff”, também conhecida como “Matriz de Escolhas Estratégicas de Ansoff”  a qual foi fundamentada no estudo "Estratégias para Diversificação", publicado pela Harvard Business Review, de autoria de H. Igor Ansoff (1918), 
afirma existir quatro tipos de estratégias que podem ser adotadas pelas empresas isoladamente ou em conjunto, por intermédio de um mix de estratégias que ao serem adotadas deverão contribuir para que as empresas atinjam seus objetivos e metas estratégicas, sendo muito 
utilizada como modelo de desenhos de planejamentos estratégicos. 

São elas: A Penetração de mercado, O Desenvolvimento de mercado, O Desenvolvimento de produtos e a Diversificação.

Neste caso é necessário saber de forma consciente, quais são os pontos principais que se espera avaliar com este estudo, não adianta conhecer a matriz e não saber o que fazer com ela.

Este é o ponto!

Muitas empresas se acham capacitadas à pratica de modelos de gestão quando na realidade a ineficiência se mostra justamente em momentos desfavoráveis de mercado como o que estamos presenciando. Neste sentido, é que cabe a ajuda externa especializada, vista muitas vezes como ameaça, ajuda esta que tantos empresários do setor moveleiro relutam em aceitar devido ao pré-conceito ou por julgarem-se auto suficientes demais para admitir sua necessidade.


Este fato me remete a um pensamento bastante interessante nesse sentido.....

" Os Analfabetos do seculo XXI não serão os que não sabem ler e escrever, mas sim aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender." (Alvin Toffer)

Empresários reavaliem seus conceitos e pré-conceitos! 

Diagnóstico Estratégico é nos dias de hoje, ferramenta indispensável para uma organização que necessite de planejamento e estratégia, que vise crescimento e conquista de mercados, seja através de novos produtos, ou por intermédio de reforço nas vendas dos produtos já existentes. 

“A posição que uma empresa ocupa em um segmento é responsável por dois terços do desempenho da mesma, enquanto que a estrutura da indústria na qual a organização compete é a responsável por um terço do seu desempenho”. (Michel Porter - 1997)

A todos uma ótima reflexão! 

Adélia Covre

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Bem vindo a Nova Era - Smart Design e o Futuro do Mobiliário!

Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/
Bem vindo ao século XXI!

Finalmente estamos diante da era Smart, era esta que parece estar entrando no Brasil com força total!

Primeiramente, vamos esclarecer que a palavra SMART é um adjetivo em inglês que significa ESPERTO ou IINTELIGENTE em português.

É também um conceito que está diretamente relacionado com o uso de preceitos de utilização de materiais com maior tecnologia e versatilidade, além de basear-se no emprego de opções de melhor e maior funcionalidade em produtos, proporcionando com isso maior interatividade entre "ele" e quem o irá possuir.

Ativando nossa memória, vamos lembrar o pioneirismo deste conceito ao qual foi empregado pelo gênio Steve Jobs em todos os produtos desenvolvidos e lançados pela sua então empresa Apple Inc.. 

Já naquela época não muito distante, a mente brillhante de Jobs trabalhava almejando que seus produtos fossem desenvolvidos dentro desse conceito.

Um bom exemplo foi o lançamento do Macintosh que revolucionou o uso dos desktops no mercado da informática e recentemente os Smartphones, que revolucionaram o conceito da telefonia móvel no mundo. Lembrando claro, que o primeiro Smartphone teve seu lançamento em 1993 pela IBM.

Para podermos compreender isso de uma maneira melhor, bastará  observar que os dois produtos, foram desenvolvidos dentro de uma linguagem dinâmica em seus conceitos de uso e aplicação, alem de utilizarem em suas concepções, um sistema altamente inteligente visando maior experiência do usuário no tocante ao uso e aplicações desses produtos.

Esse gênio da informática estava certo desde o inicio, quando visava desenvolver produtos altamente inteligentes. Isso denota que o conceito Smart não é tão novo assim no mercado mundial.

Ele é relativamente novo sim, mas para o segmento moveleiro.

Traduzindo a linguagem Smart para o mobiliário, significa entrarmos em uma era em que os produtos passam a ter como premissa ser inteligentemente desenvolvidos, dentro de uma filosofia de adaptação, flexibilidade, emoção  e maior interatividade proporcionando assim, maior experiência pelo usuário.

Ele precisa ser especial, ter um significado diferenciado dos produtos comuns, daqueles de funcionalidade simples ou trivial.


Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/

Em um dos meus post passados, efetuei uma relação entre a nova linguagem do marketing, oou seja, o  3.0 e o surgimento do conceito Smart Design que entrou no mercado mundial para ficar.

Este novo conceito de projetar produtos entrou no mercado mundial com uma filosofia ousada, inteligente, recheada de tecnologia suprendente nos materiais utilizados, sem contar que ao mesmo tempo é desafiador para indústrias e designers, pois estamos falando de um conceito de produto flexível, adaptável e inteligentemente projetado para usos diversos.



Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/

O que isso quer dizer é bem simples, é que os profissionais de design passarão a atuar em projetos de produtos usando e abusando de materiais não somente do conceito smart materials – materiais inteligentes, mas também de conceitos de flexibilidade de uso dentro da própria concepção a que se propõem.

Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/

Produtos desenvolvidos dentro desta premissa Smart, devem estabelecer uma linguagem de maior elaboração onde a harmonia de elementos marque presença juntamente com os materiais utilizados. Eles requerem também maior funcionalidade em sua proposta, maior versatilidade e detalhes inteligentemente elaborados.

Para entendermos ainda melhor o que vem a ser um produto S.M.A.R.T., convém saber o que cada sigla de fato quer dizer.

· S - Specific (específicos)

· M - Measurable (mensuráveis)

· A - Attainable (atingíveis)

· R - Realistic (realistas)

· T - Time Bound (temporizáveis).

Traduzindo para o bom português quer dizer que os objetivos de um produto desenvolvido nesse conceito, devem reunir certas características de modo a poderem ter uma utilidade inteligente.

Dentre as características ele precisa ser específico e único. Isso significa que este tipo de produto precisa ser especial, ter um objetivo ou significado que seja diferenciado de produtos comuns.

Pelos exemplos a seguir é possível compreender melhor ainda esse conceito empregado no mobiliário!


Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/

Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/

Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/

Imagem Fonte: http://www.home-renovation-paris.fr/mobilier-intelligent/

Diante deste mercado da atualidade, onde produtos cada vez mais inteligentes são lançados, tais como os ja conhecidos das linhas de eletro-eletrônicos, de telefonia e tantos outros segmentos, obviamente que o mobiliário não poderia ficar de fora dessa concepção revolucionaria de produtos interativos e de funções inteligentemente múltiplas.

O desafio está lançado para o setor moveleiro. E que venham os novos mobiliários interativos, inteligentemente funcionais e emocionais.

O consumidor da atualidade agradecerá com certeza!

A todos um excelente final de semana!

Adélia Covre

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