Nosso governo atual já anunciou as medidas que muitos
economistas haviam alertado e ao qual chamo carinhosamente de terapia de choque
perante o caos instaurado no país oriundo de tantas atitudes erradas por parte do governo petista.
Mas volto a afirmar que chorar pelo leite derramado a
essa altura do campeonato, será uma postura nada inteligente. Será preciso sim se reinventar, focar , ousar e principalmente
rever o que é preciso ser revisto
visando o acerto dos passos daqui para frente.
Torna-se imprescindível neste começo de ano visando assim iniciar um processo de mudança em sua empresa ou por assim dizer, dar o pontapé em um novo empreendimento, questionar sobre as necessidades do mercado na atualidade e provocar iniciativas emergenciais para mudar o que for preciso.
"A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente."(Peter Drucke)
Torna-se imprescindível neste começo de ano visando assim iniciar um processo de mudança em sua empresa ou por assim dizer, dar o pontapé em um novo empreendimento, questionar sobre as necessidades do mercado na atualidade e provocar iniciativas emergenciais para mudar o que for preciso.
"A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente."(Peter Drucke)
Claro que o comércio sentiu violentamente a queda nas vendas neste
final de ano é fato, diga-se de passagem, o pior dos últimos anos. Segundo a
consultoria Serasa Experian, o volume de vendas no Natal caiu 1,7% no Brasil na
comparação com igual período do ano passado, e é o pior resultado desde o Natal
de 2003.
Más a boa noticia é que as vendas pela internet - E-commerce , cresceram e movimentou R$
5,9 bilhões segundo a E-bit - empresa especializada em informações do
comércio eletrônico. Segundo a empresa, houve crescimento no comércio eletrônico
na ordem de 37% em relação ao mesmo período do ano passado e superou a
expectativa inicial que previa R$ 5,2 bilhões em vendas geradas no período do
Natal.
A E-bit, levantou
os números referentes a pedidos realizados de 15 de novembro à última
quarta-feira dia 24, véspera do Natal. Obviamente que este aumento de vendas
está ligado ao movimento de liquidações Black Friday, que ocorreu em novembro e
pasmem todos, representou 20% de todo este faturamento.
Más vai ai um alerta, para especialistas em estratégia, não é hora de lojas físicas pensarem em
migração para o mundo virtual, pois acredita-se ter havido apenas uma
transferência de negócios do consumidor das lojas de rua para a internet pela
facilidade e maturação das compras e por representar pela atual instabilidade, economia
e conveniência além de que passaram a ser mais seguras. Especialistas da área
ainda afirmam que o crescimento real do e-commerce deve ficar em 15%, o que não
segura a economia do país para este ano.
Uma coisa é fato o caminho virtual pode ajudar os
empresários que querem recuperar seu negócio neste ano, porem é necessário
cautela neste tipo de negócio, afinal no universo do e-commerce
as plataformas são diferentes e exigem produtos diferentes, lojística
diferente, daí a estratégia também precisa ser adequada.
Um dado ao qual me chamou a atenção foi que segundo a E-bit, 1,5 milhões de pessoas efetuaram
compras pela internet este final de ano e as categorias com maior quantidade de
pedidos foram Moda e Acessórios, Cosméticos, Perfumaria e Saúde,
Eletrodomésticos, Telefonia e Celulares e Informática. Reparem que não foi
apontado aqui nada sobre mobiliário, o que demonstra bem que esse tipo de produto ainda
não esta sendo bem explorado pelo empresariado do setor nesse novo tipo de
comércio que vem crescendo galopantemente nos últimos anos.
Esta mais que evidente que a tendência mostra a
aceleração da adesão dos brasileiros por esse modelo de plataforma e um dado
ainda mais interessante é sobre a participação dos dispositivos móveis nas
compras virtuais que já se aproxima de 9% segundo a E-bit.
Essa é uma estratégia a ser pensada pelo empresariado do
setor moveleiro, afinal uma boa dose de ousadia será fundamental para motivar
vendas em um ano com renda tão comprometida como será 2015.Volto a insistir em mais este post - O fabricante de móveis precisa de uma vez por todos ter visão e sensibilidade para entender esse movimento e aplicar as mudanças mais que necessárias em suas empresas, começando pela revisão de seu mix de produtos urgentemente e adequá-los. Afinal nos últimos 20 anos investiu-se demasiadamente em tecnologia e processos em chão de fabrica, design e inovação de produtos estrategicamente bem conceituados, acabou ficando para trás.
Vejam que no quadro atual uma boa estratégia, sem sombra de possíveis duvidas, será as que
envolvam design e análise correta do perfil do consumidor da atualidade.
Uma coisa é possível afirmar, 2015 principalmente para a indústria moveleira, deverá
ser o ano do planejamento estratégico, ousadia, reestruturação e busca pela competência, para que
assim possamos colher resultados positivos no final de 2015 e acertadamente em 2016.
Termino este primeiro post do ano com uma frase bastante
significativa do Papa do Marketing:
“Uma coisa é perceber
oportunidades atraentes e outra é ter competência para ser bem-sucedido nessas
oportunidades.” (Philip Kotler)
Uma boa análise a todos e um 2015 com sucesso nas novas estratégias!
Uma boa análise a todos e um 2015 com sucesso nas novas estratégias!
Adélia Covre


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