Finalmente com o término do carnaval e período de férias, inicia-se 2015!...Transcorrido o evento de maior repercussão no Brasil, o país tende a começar a se movimentar e dar os primeiros passos rumo ao novo ano.
Obviamente que 2015, teve um inicio nada animador do ponto de vista econômico e político, mas o inevitável agora é procurar observar as oportunidades que se abrem mesmo diante de prognósticos nada animadores.
O importante é não se deixar abater diante das dificuldades e tamanha indignação perante os fatos atuais de corrupção por parte do governo atual , é preciso sim ter coragem de empreender mesmo diante de cenários contraditórios, afinal grandes empresas investem justamente em momentos desfavoráveis da economia.
Evidentemente que para isso é preciso ser pensado em uma boa ESTRATÉGIA e é sobre esse tema que devemos concentrar nossos esforços visando driblar o cenário atual.
Vamos lembrar que ESTRATÉGIA é o programa geral para a conquista dos objetivos de uma organização e, portanto, fundamental para o desempenho de sua missão.
Ela estabelece uma mesma direção para que a organização, em termos de objetivos estabelecidos, possa se orientar quanto ao aproveitamento dos recursos usados e assim, seguir em direção a estes objetivos. Ela ainda associa os recursos humanos e demais recursos aos desafios e riscos apresentados pelo mundo exterior.
Neste sentido não poderíamos deixar de citar o conceito de estratégia empresarial a qual é caracterizada pela conjunção de produto /mercado, ou seja, é a especificação dos produtos com os quais a empresa pretende atingir seus objetivos e os mercados onde ela pretenda operar para colocá-los ou vendê-los. Para melhor compreensão, ela é um conjunto de processo de gestão a qual visa à tomada de decisão de uma empresa a médio e longo prazos, envolvendo decisões relativas à definição de negócios (produtos, serviços, clientes alvo, posicionamento, etc.), objetivos e, mais especificamente, os fatores críticos de sucesso.
Segundo Michel Porter,professor da Harvard Business School e autor de diversos livros sobre estratégias de competitividade, existem cinco fatores (Forças Competitivas), que devem ser estudadas para que se possa desenvolver uma estratégia empresarial eficiente.
São elas:
Fundamental é sempre planejar uma estratégia de gestão de crise coerente. Ter um plano B para um momento ruim poderá fazer toda a diferença na velocidade de reação e recuperação de sua empresa em um mercado em crise como é hoje o nosso. Não espere que o momento das vacas magras se aproxime para se preparar, muitas vezes em meio a momentos de turbulência são tomadas decisões precipitadas e às vezes irreversíveis.
Qualquer empresa esta sujeita a passar por períodos de crise. O que acaba distinguindo uma empresa de sucesso das demais é que estas sobrevivem à crise, e isso ocorre exatamente porque dispõem de pilares sobre os quais se sustentam nos momentos difíceis. No entanto, esses pilares são erguidos ao longo do tempo, a partir do investimento na educação dos profissionais e, conseqüentemente, no desenvolvimento das organizações que se tornam mais fortes para superar as crises. Por outro lado, nos momentos de crise, as empresas tendem a cortar custos, inclusive possíveis investimentos em programas de treinamento e desenvolvimento. Mas também as crises trazem sempre consigo novas oportunidades. Assim, mesmo com recursos limitados, esse com certeza pode ser um momento de começar a construir os pilares de uma empresa bem sucedida.
Tenham em mente que, as empresas que desenvolvem pilares sólidos e estão mais aptas para enfrentar uma crise, normalmente não suspendem seus investimentos no desenvolvimento de pessoal e menos ainda o da organização.
“A principal atividade do bom administrador é identificar o futuro que já chegou, explorar as mudanças que já ocorreram e usá-las como oportunidades” ( Peter Drucker – Pai da Administração)
Vamos refletir um pouco pessoal sobre esse assunto!.....
E de fato iniciar 2015 objetivando atitudes!!!
Adélia Covre
Neste sentido não poderíamos deixar de citar o conceito de estratégia empresarial a qual é caracterizada pela conjunção de produto /mercado, ou seja, é a especificação dos produtos com os quais a empresa pretende atingir seus objetivos e os mercados onde ela pretenda operar para colocá-los ou vendê-los. Para melhor compreensão, ela é um conjunto de processo de gestão a qual visa à tomada de decisão de uma empresa a médio e longo prazos, envolvendo decisões relativas à definição de negócios (produtos, serviços, clientes alvo, posicionamento, etc.), objetivos e, mais especificamente, os fatores críticos de sucesso.
Segundo Michel Porter,professor da Harvard Business School e autor de diversos livros sobre estratégias de competitividade, existem cinco fatores (Forças Competitivas), que devem ser estudadas para que se possa desenvolver uma estratégia empresarial eficiente.
São elas:
- Rivalidade entre os concorrentes
- Poder de Negociação dos Clientes
- Poder de Negociação dos Fornecedores
- Ameaça de Entrada de Novos Concorrentes
- Ameaça de produtos substitutos
A essas cinco forças chamamos de Cinco Forças de Porter.
Michel Porter, tem
como foco a indústria e como objetivo a elaboração de cenários industriais. Ele
parte do pressuposto de que os cenários prospectivos são a melhor ferramenta a
ser utilizada por uma empresa no momento de escolher sua estratégia competitiva
em um ambiente de grandes incertezas com relação ao futuro.
Nosso caso hoje no
Brasil!
Porter (1998) sugere os seguintes passos para a
construção:
- Identificar as incertezas que podem afetar a estrutura industrial;
- Determinar os fatores causais que as conduzem;
- Fazer uma série de suposições plausíveis sobre cada fator causal importante;
- Combinar suposições sobre fatores individuais em cenários internamente consistentes;
- Analisar a estrutura industrial que prevaleça sob cada cenário;
- Determinar as fontes de vantagem competitiva sob cada cenário;
- Prever comportamento da concorrência sob cada cenário.
Uma coisa é fato,
momentos de crise sempre existiram e querendo ou não, tais momentos permitem o
saneamento do mercado, pois é nela que desaparecem empresas que não conseguem
se adaptar e as que conseguem claro, permanecerão e outras surgirão com
inovações que com certeza irão criar novos paradigmas de mercado. Por isso é tão importante ter sangue empreendedor, afinal
empreender envolve todas as funções,
atividades e ações associadas à percepção de oportunidades e à criação de
organizações que buscam organizadamente estas oportunidades.
Cinco elementos são
fundamentais na caracterização de um empreendedor:
1. Criatividade e inovação: empreendedores conseguem identificar
oportunidades, grandes ou pequenas, onde ninguém mais consegue notar;
2. Habilidade ao aplicar esta criatividade: eles conseguem direcionar
esforços num único objetivo;
3. Força de vontade e fé:
eles acreditam fervorosamente em sua habilidade de mudar o modo como as coisas
são feitas e têm força de vontade e paixão para alcançar o sucesso;
4. Foco na geração de valor: eles desejam fazer as coisas da melhor maneira possível, do modo mais rápido e mais barato;
5. Correr riscos: quebrando regras, encurtando distâncias e indo contra o status quo.
4. Foco na geração de valor: eles desejam fazer as coisas da melhor maneira possível, do modo mais rápido e mais barato;
5. Correr riscos: quebrando regras, encurtando distâncias e indo contra o status quo.
Empresários, não alimentem falsas esperanças, sem ousadia
nada acontecerá e você continuará na famosa zona de conforto, apenas reclamando
e indo a deriva com sua empresa.
Uma frase interessante que define bem essa linha de
pensamento é:
Você não consegue resultados focando apenas nos resultados.
Resultados são obtidos quando você foca nas ações que produzem os resultados.
(Mike Hawkins)
Queixar-se não vai trazer a você resultado algum, o resultado
irá existir a partir do momento que houver uma ação!
Vejo como é interessante observar a forma como as
empresas de modo geral, enfrentam as situações adversas que surgem. Iniciando pela resposta
dada às cartas de reclamação de seus clientes, até mesmo aos testes que
encontram defeitos ou falhas em seus produtos até o gerenciamento completo de
uma crise. O que visualizamos geralmente é um despreparo muito grande por parte
das organizações e daí podemos observar como não está sendo dada a devida
atenção a problemas que têm o potencial de arranhar sua imagem ou reputação,
quando não administrados da forma adequada.
No setor moveleiro, setor esse ao qual atuo, vejo por exemplo, que a maioria das indústrias estão totalmente desfocadas com relação ao mercado atual e não admitem que precisam de ajuda para reverterem a situação.
No setor moveleiro, setor esse ao qual atuo, vejo por exemplo, que a maioria das indústrias estão totalmente desfocadas com relação ao mercado atual e não admitem que precisam de ajuda para reverterem a situação.
Fundamental é sempre planejar uma estratégia de gestão de crise coerente. Ter um plano B para um momento ruim poderá fazer toda a diferença na velocidade de reação e recuperação de sua empresa em um mercado em crise como é hoje o nosso. Não espere que o momento das vacas magras se aproxime para se preparar, muitas vezes em meio a momentos de turbulência são tomadas decisões precipitadas e às vezes irreversíveis.
Qualquer empresa esta sujeita a passar por períodos de crise. O que acaba distinguindo uma empresa de sucesso das demais é que estas sobrevivem à crise, e isso ocorre exatamente porque dispõem de pilares sobre os quais se sustentam nos momentos difíceis. No entanto, esses pilares são erguidos ao longo do tempo, a partir do investimento na educação dos profissionais e, conseqüentemente, no desenvolvimento das organizações que se tornam mais fortes para superar as crises. Por outro lado, nos momentos de crise, as empresas tendem a cortar custos, inclusive possíveis investimentos em programas de treinamento e desenvolvimento. Mas também as crises trazem sempre consigo novas oportunidades. Assim, mesmo com recursos limitados, esse com certeza pode ser um momento de começar a construir os pilares de uma empresa bem sucedida.
Tenham em mente que, as empresas que desenvolvem pilares sólidos e estão mais aptas para enfrentar uma crise, normalmente não suspendem seus investimentos no desenvolvimento de pessoal e menos ainda o da organização.
“A principal atividade do bom administrador é identificar o futuro que já chegou, explorar as mudanças que já ocorreram e usá-las como oportunidades” ( Peter Drucker – Pai da Administração)
Vamos refletir um pouco pessoal sobre esse assunto!.....
E de fato iniciar 2015 objetivando atitudes!!!
Adélia Covre














