Cruzar os braços com certeza não será a melhor saída. O essencial e necessário neste momento delicado, é reduzir o máximo os desperdícios existentes e procurar caminhos para inovar processos e produtos visando adequar-se e preparar-se para 2016.
Em meio a um cenário de retração econômica, indústrias devem rever sua gestão financeira tendo como premissa reduzir desperdícios, analisar seus processos internos e procurar inovar sua carteira de produtos, serviços e planejar estratégias para 2016 onde teremos uma retomada moderada da economia.
Quando cito reduzir desperdícios, me refiro as gorduras desnecessárias, a falta de equalização do uso adequado dos recursos, aos gastos mau direcionados e não a redução de investimentos que visem uma retomada de mercado.
É importante que agora o empresário procure junto aos seus gestores, todas as sangrias existentes no processo de sua indústria, desperdícios oriundos da má racionalização de materiais, desperdícios em processos e mesmo estratégias utilizadas de forma incorreta ou a falta dela, podem levar uma empresa a fracassar daqui para frente.
Todos nós sabemos que o mercado não será mais de consumo desenfreado. O brasileiro endividou-se demasiadamente nos últimos anos e bancos cortaram linha de crédito fomentando ainda mais a inadimplência, com esse fato teremos um período morno para os próximos no tocante a consumo.
Contudo, haverá retomada em 2016, essa é a projeção de várias consultorias econômicas.
Alguns economistas apontam para uma continuidade de um ambiente delicado ainda na economia neste segundo semestre e poderá haver alguma pequena abertura de oportunidade para quem promover as melhorias necessárias neste momento de transição econômica.
Logo, é preciso aproveitar o tempo que ainda temos até o termino do ano para reformular tudo o que não mais se alinha com o mercado atual. As indústrias precisam racionalizar processos a fim de reduzir seus custos internos visando a busca de novas alternativas viáveis voltadas a essa nova realidade de mercado.
A indústria moveleira precisa entender que é necessário preparar-se para a retomada no próximo ano. E para isso deverá investir em treinamento, em automação de seus processos, na inteligência de mercado, em sistemas integrados, em inovação de produtos, promover a abertura de novos mercados e focar sua empresa na visão estratégica, para assim ser capaz de lidar com o novo modelo econômico que nos espera.
Contratar ajuda externa para suprir deficiências, muitas vezes é o melhor caminho. Afinal um olhar externo normalmente pode trazer soluções mais acertadas e a contratação de assessoria torna-se muitas vezes mais barato e eficiente.
De acordo com o sócio diretor da consultoria Mesa Corporate Governance, Luiz Marcatti, o resultado do PIB pode ter um efeito positivo na economia a partir do terceiro trimestre de 2015 e salienta:
É importante que agora o empresário procure junto aos seus gestores, todas as sangrias existentes no processo de sua indústria, desperdícios oriundos da má racionalização de materiais, desperdícios em processos e mesmo estratégias utilizadas de forma incorreta ou a falta dela, podem levar uma empresa a fracassar daqui para frente.
Todos nós sabemos que o mercado não será mais de consumo desenfreado. O brasileiro endividou-se demasiadamente nos últimos anos e bancos cortaram linha de crédito fomentando ainda mais a inadimplência, com esse fato teremos um período morno para os próximos no tocante a consumo.
Contudo, haverá retomada em 2016, essa é a projeção de várias consultorias econômicas.
Alguns economistas apontam para uma continuidade de um ambiente delicado ainda na economia neste segundo semestre e poderá haver alguma pequena abertura de oportunidade para quem promover as melhorias necessárias neste momento de transição econômica.
Logo, é preciso aproveitar o tempo que ainda temos até o termino do ano para reformular tudo o que não mais se alinha com o mercado atual. As indústrias precisam racionalizar processos a fim de reduzir seus custos internos visando a busca de novas alternativas viáveis voltadas a essa nova realidade de mercado.
A indústria moveleira precisa entender que é necessário preparar-se para a retomada no próximo ano. E para isso deverá investir em treinamento, em automação de seus processos, na inteligência de mercado, em sistemas integrados, em inovação de produtos, promover a abertura de novos mercados e focar sua empresa na visão estratégica, para assim ser capaz de lidar com o novo modelo econômico que nos espera.
Contratar ajuda externa para suprir deficiências, muitas vezes é o melhor caminho. Afinal um olhar externo normalmente pode trazer soluções mais acertadas e a contratação de assessoria torna-se muitas vezes mais barato e eficiente.
De acordo com o sócio diretor da consultoria Mesa Corporate Governance, Luiz Marcatti, o resultado do PIB pode ter um efeito positivo na economia a partir do terceiro trimestre de 2015 e salienta:
“Sabendo que agora não está tão ruim, a expectativa começa a se converter e a melhorar. No entanto, o mercado ainda trabalha com uma retração de 1,5%”.
Obviamente que sabemos que a economia só vai obter melhora de fato, quando resolvermos problemas estruturais, tais como: a redução da burocracia e a complexidade dos impostos praticados no país.
Vamos entender que milagres não existem!
Obviamente que sabemos que a economia só vai obter melhora de fato, quando resolvermos problemas estruturais, tais como: a redução da burocracia e a complexidade dos impostos praticados no país.
Vamos entender que milagres não existem!
O único caminho é trabalho árduo, resilência e principalmente efetuar a lição de casa, preparando e adequando sua empresa para o inicio da retomada no próximo ano.
O recado aqui é movimentar-se rumo às mudanças necessárias que por anos a indústria moveleira relutou em efetuar.
O recado aqui é movimentar-se rumo às mudanças necessárias que por anos a indústria moveleira relutou em efetuar.
Tenham todos uma boa reflexão!!!
Adélia Covre
Adélia Covre


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