Estamos definitivamente presenciando nos últimos anos mudanças comportamentais significativas no mercado e também no universo tecnológico-digital.
O Fato é que, toda a mudança a qual vem sendo sentida na atualidade, irá forçar a mudança necessária na indústria moveleira, o que provocará que os empresários desse setor se vejam diante de uma “Grande Sai Justa”, em decorrencia do conservadorismo predominante no setor por anos a fio.
A busca por conhecimento e as rápidas mudanças que vem ocorrendo em todos os cenários, deixa explicito que se não houver mudanças comportamentais emergenciais, isso afetará negativamente os relacionamentos comerciais, pessoais e organizacionais das empresas e por conseqüência natural os resultados.
Necessário é compreender que os resultados almejados por uma organização, estão diretamente ligados ao nosso comportamento, portanto o único caminho é comporta-se de acordo com o resultado que se pretende atingir e para isso o primeiro passo que o empresário deve tomar é perguntando a si mesmo:
Estou pronto para mudar minha forma de pensar, agir e olhar?
Mas é preciso deixar claro aqui que: Sem que haja mudanças profundas na forma de pensar, agir e visualizar o mercado de hoje, torna-se impraticável qualquer iniciativa pretendida rumo a inovação necessária cobrada por esse novo cenário do mercado atual.
Vamos compreender que a mudança comportamental significa alterar a sua forma de agir para alterar os resultados.
Obviamente que a mudança comportamental não é algo fácil sem contar que leva algum tempo para ocorrer, afinal requer na maioria das vezes o desapego à crenças e paradigmas impostos por dogmas sociais, familiares e religiosos.
Contudo, para ser possível expandir percepções de mundo é preciso desconstruir-se e reconstruir-se, permitindo a si mesmo o aprender e reaprender.
Em um post passado, citei uma frase que vem de encontro a essa realidade:
“O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender.” (Alvin Toffler)
Em um post passado, citei uma frase que vem de encontro a essa realidade:
“O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender.” (Alvin Toffler)
Esse pensamento do escritor e futurista Alvin Toffler, nos remete a mais pura realidade dos fatos vividos no momento presente.
Ocorre que a realidade no sentido lato, não é aquilo que enxergamos e sim, uma extensão dos nossos modelos mentais.
Entre as diversas possibilidades existentes para que uma empresa promova a inovação, possuímos aquelas que se referem a inovações de produto ou de processo.
Estas especificamente são conhecidas como inovações tecnológicas.
Entre as diversas possibilidades existentes para que uma empresa promova a inovação, possuímos aquelas que se referem a inovações de produto ou de processo.
Estas especificamente são conhecidas como inovações tecnológicas.
Existem outros tipos de inovações claro, como as que podem se relacionar a novos mercados, novos modelos de negócio, novos processos e métodos organizacionais e ainda as de novas fontes de suprimentos.
Contudo, infelizmente as pessoas normalmente confundem inovação e processos de inovação, com melhoria contínua e processos relacionados a esse tema e é preciso deixar evidente aqui que:
Para que uma inovação seja caracterizada, é necessário que seja causado um impacto significativo na estrutura de preços, na participação da empresa no mercado, em sua receita, dentre outros fatores preponderantes no contexto.
Gravem isso: As chamadas melhorias contínuas, normalmente, não são capazes de criar vantagens competitivas de médio e longo prazo, mas de manter a competitividade dos produtos em termos de custo.
Porem, para que as indústrias realizem inovações é necessário em primeiro lugar que os empresários tomem consciência da real importância existente em inovar em um cenário competitivo como o vigente na atualidade.
Ouçam: É impossível se tornar uma empresa inovadora sem dar a devida importância ao tema.
O assunto referente a inovação é complexo admito, afinal ele permite interpretações e também adaptações e envolve uma série de competências tecnológicas, mercadológicas e gerenciais. Algo que, na indústria moveleira, muito ainda há de ser feito nesse sentido.
Entender o conceito de inovação e praticá-lo demanda tempo, dedicação e investimentos.
Entretanto, o que se pode perceber é que as empresas que se tornam verdadeiramente inovadoras não se arrependem de ter direcionado seus negócios nesse caminho.
Para que uma inovação seja caracterizada, é necessário que seja causado um impacto significativo na estrutura de preços, na participação da empresa no mercado, em sua receita, dentre outros fatores preponderantes no contexto.
Gravem isso: As chamadas melhorias contínuas, normalmente, não são capazes de criar vantagens competitivas de médio e longo prazo, mas de manter a competitividade dos produtos em termos de custo.
“Inovação é a exploração com sucesso de novas ideias.” – (Nick Baldwin)
Um dado interessante que muitos do setor moveleiro não se atentaram é que a maioria das grandes empresas e principalmente as de sucesso, são detentoras de áreas inteiras dedicadas à inovação, possuem laboratórios de pesquisa e desenvolvimento que contam com vários pesquisadores.
Porem, para que as indústrias realizem inovações é necessário em primeiro lugar que os empresários tomem consciência da real importância existente em inovar em um cenário competitivo como o vigente na atualidade.
Ouçam: É impossível se tornar uma empresa inovadora sem dar a devida importância ao tema.
O assunto referente a inovação é complexo admito, afinal ele permite interpretações e também adaptações e envolve uma série de competências tecnológicas, mercadológicas e gerenciais. Algo que, na indústria moveleira, muito ainda há de ser feito nesse sentido.
Entender o conceito de inovação e praticá-lo demanda tempo, dedicação e investimentos.
Entretanto, o que se pode perceber é que as empresas que se tornam verdadeiramente inovadoras não se arrependem de ter direcionado seus negócios nesse caminho.
Vamos refletir sobre esse tema e procurar caminhos que nos permitam chegar lá!
“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.” – (Leon C. Megginson)
A todos um excelente final de semana!...
“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.” – (Leon C. Megginson)
A todos um excelente final de semana!...
Adélia Covre




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