AC- AdeliaCovre Consulting - Consultiria e Assessoria em Gestão de Produtos - Indústria Moveleira


"Não olhe para o ciclo de vida do produto: olhe para o ciclo de vida do mercado."(Philip Kotler)
"A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente."(Peter Drucke).

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Os Ajustes Necessários rumo a retomada em 2016!

O setor moveleiro enfrentou sérios desafios durante o ano de 2015 é verdade. 

Mas este fato teve um aditivo poderoso e de alta combustão: A falta de precaução deixada de lado nos últimos anos.

A grande maioria das empresas deixaram-se levar pela euforia do consumismo disseminado nos últimos anos por um governo cuja a educação, a saúde a valorização da mão de obra e valores simples de cidadania foi postas em segundo plano.

Podemos resumir esse fato, a um conjunto de AÇÕES E REAÇÕES


O setor vem pagando um preço alto por seu descaso com relação as medidas essenciais que deveriam ter sido tomadas no passado. Poucas são as que tiveram uma visão mais realista dos desmandos de um governo sem foco e despreparado.

Grande parte dessas empresas em questão, estão perdidas e não perceberam ainda que a saída será efetuar urgentemente a lição de casa a anos deixada de lado, sendo regra básica e primordial rever todos os processos internos. Detectar sangrias que minam uma empresa é ponto fundamental, para que assim seja possível de execução provocar as mudanças necessárias objetivando adequar-se o mais rapidamente possível a esse novo modelo sócio-econômico.


Que me perdoem os empresários de visão estratégica, más é preciso que a verdade seja dita.

Poderá haver retomada moderada?


Isso é algo que todos os economistas concordam. Porem, sem mudanças estruturais e conceituais será difícil manter-se no mercado, ainda mais, com a competitividade tão acirrada.

A indústria moveleira precisa urgentemente ser preparada para essa retomada moderada prevista para o próximo ano. Aprimorar sua mão de obra, cujo mercado nos últimos anos focou apenas no investimento de milhões em tecnologia, mas deteriorando seu maior patrimônio.....O CAPITAL HUMANO.

Focaram sempre na copia e não na criação de uma identidade própria!

Preocuparam-se demasiadamente com os custos, contudo aplicaram apenas a depreciação do produto ao invés de centrarem-se na mira de suas sangrias internas.

Uma empresa não se sustenta em um mercado sem estratégias bem definidas e direcionadas, sem uma linha de produtos que realmente seja a linguagem do cliente da atualidade, sem criatividade, inovação e analise adequada de tendências futuras.

O maior erro que pode ser cometido pelo setor industrial moveleiro, foi o de achar que a depreciação de seus produtos traria retorno financeiro. Reduzir custos não resume-se em depreciar e sim em reduzir desperdícios. Algo que a grande maioria não teve competência para enxergar.

Mesmo a busca por novos mercados, só é possível caso sejam preparadas para esse fim e seja executada as transformaçãoes necessárias no processo como um todo e isso também diz respeito a parte comportamental de seus dirigentes.

Investimentos em recursos humanos, produtos e estratégias são necessárias, justamente as áreas as quais pouco se investiu nesse setor nos últimos 20 anos.

Muito se fala neste mercado sobre apostas em inovação de produtos, mas quais de fato o fizeram da forma correta e adequada?

O fato é que as indústrias amarradas ao seu conservadorismo pouco inovaram, pouco investiram nessa área. Continuam batendo a cabeça visando a depreciação nas novas criações e pior, desenvolvendo produtos por intermédio de "profissionais" sem experiência adequada 
ou desqualificada neste mercado peculiar sem analises mercadológicas e estratégicas.

Isso só poderá levar a um desfecho ainda pior. Algo que já vem ocorrendo no mercado, a recuperação judicial oriunda de investimentos mau direcionados.

É visível a culpa de todos nesse processo de declínio.

Muitos no fundo sabem que precisam de ajuda externa, mas não se permitem a tal. Visualizam essa atitude como custo, sendo que o maior custo resume-se em não ter gente capacitada para efetuar a análise estratégica aprofundada e os ajustes que os manterão em pé nesse novo mercado.

A falta de união da classe, a falta de visão realista dos fatos e a teimosia aliada ao orgulho prevalecido por muitos empresários, até aqui não trouxeram melhorias efetivas e isso precisa ser encarado.

É impossível pensar em retomada do setor, sem que haja mudanças efetivas, principalmente a comportamental para que possa ser admitido a necessária mudança.

A verdadeira dificuldade não está em aceitar idéias novas, mas escapar das antigas. (John Maynard Keynes)

Imperativo é perceber neste momento ao qual findamos um ano difícil, que já passou da hora de AGIR e efetuar todas as ações deixadas de lado por anos, aquelas que por muito tempo foram empurradas com a barriga pela acomodação característica do setor.

Vamos relembrar de uma premissa básica:

O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção. (Adam Smith)

É fundamental compreender que o consumidor deste século adquiriu novos hábitos de consumo diante da explosão tecnológica ocorrida nos últimos tempos....Contudo, a inovação inicia-se pela forma pensamento com que lidamos com determinadas decisões e isso é um fato ao qual muito há de ser percorrido para que a indústria consiga atingir índices relevantes nesse sentido. 

Mas uma hora isso terá que acontecer, seja pelo caminho suave ou pelo duro!

Tornou-se habitual, depararmos com empresas que se debatem diante de processos internos e iniciativas sem sucesso rumo a modernidade. Entretanto, este insucesso é decorrente da falta de iniciativas corretas rumo ao objetivo desejado.

As indústrias moveleiras a bem da verdade estão adiando o inevitável!

Em diversas postagens, chamei a atenção para algo pouco explorado por esses setor e de fundamental utilidade para manter uma empresa em patamares sólidos perante o mercado, o exercício do planejamento estratégico e a gestão correta de produtos, a análise interna e a prática de gestão.

As indústrias passaram o ano de 2015 debatendo-se com iniciativas frustradas acreditando em velhos conceitos ultrapassados ou mesmo esperando que um possível milagre pudesse acontecer e com isso poucas conseguiram a famosa “virada de jogo” diante de um cenário nada promissor como o que vivenciamos nos últimos meses.

É preciso compreender que não existem milagres com relação à gestão empresarial!!!......ou efetuamos as mudanças exigidas e nos adaptamos as novas regras do jogo exigido, seguido dos devidos ajustes visando uma retomada de mercado ou ficaremos paralisados aguardando a deriva.

É comum neste tipo de indústria, o alto escalão atribuir culpados por suas próprias falhas, não conseguindo por orgulho olhar para os próprios erros administrativos em sua maioria, o problema vital encontra-se na falta de iniciativas e direcionamento correto por parte da direção da empresa. 

Volto a insistir, as indústrias nos últimos anos investiram demasiadamente em processos produtivos, contudo deixaram o objeto propulsor e principal da comercialização de lado....O PRODUTO E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO que é são as ferramentas que as preparam para enfrentar o mercado.


"O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras das decisões presentes." ( Peter Drcuker)

Pontos vitais para que uma empresa possa ser sustentada, principalmente em momentos delicados de uma economia oscilante.

Existe neste mercado um pensamento altamente conservador e retrogrado que diz respeito a variáveis de mudança e adequação de sistemas internos.

A inflexibilidade é marca registrada nestas indústrias, sendo que o mercado da atualidade clama por flexibilidade.

Os modelos tradicionais de produção seriada dominaram até bem pouco tempo, contudo hoje o modelo exigido é o da flexibilização de processos e sua grande maioria não conseguiu dar um passo sequer nessa nova direção.

Hoje é preciso que o ciclo de vida do produto seja curto e o leque ofertado de variáveis, em maior número, algo que sem flexibilidade produtiva torna-se impossível atingir as expectativas desse mercado peculiar e em franca mutação.

É preciso ser extinto o hábito da incompetência e ser hasteada à bandeira da competência!

Os parâmetros e conceitos de gestão em suas mais diversas modalidades, precisam ser atualizados e modernizados. Não cabem mais, diante desses novos tempos, a falta de atitudes e iniciativa rumo a evolução.

É preciso cessar de uma vez por todas essa inatividade característica e preparar um futuro melhor em 2016 por intermédio de ações!!!


" As únicas coisas que evoluem por vontade própria em uma organização são a desordem, o atrito e mau desempenho." ( Peter Drucker)

Adélia Covre


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

As Raízes do Conservadorismo não Deixadas de Lado!

Praticamente estamos findando o ano letivo de 2015!

Ano este, em que muito foi exigido de todos devido á incompetência administrativa do governo, a falta de ética política seguido da inexistência de honestidade por parte de nossos dirigentes.

Cenário econômico conturbado, mudanças múltiplas na política, na economia, no comportamento de consumo da população, costumes.....enfim, mudanças e mais mudanças inúmeras e desafiadoras.

Contudo, este também foi um ano dedicado as transformações, às iniciativas rumo às atitudes inovadoras, a quebra de paradigmas, assim como o de rompimento com velhos conceitos e porque não dizer pré-conceitos.

Um ano em que inúmeras mudanças ocorreram em empresas inteligentes e de visão abrangente, é verdade, mas também um ano em que muitas outras empresas pouco fizeram e lastimavelmente perderam-se a ponto de provocarem uma enorme paralisação na caminhada rumo à adaptação exigida por este novo cenário que se apresentou diante de nossos olhos, ocasionando um índice altíssimo na perda de talentos.

Muitas indústrias, me refiro aqui as do setor ao qual atuo o moveleiro, deveriam ter inovado, deveriam ter se reinventado. Contudo, muitas optaram pela inércia em seus processos internos rumo á mudança necessária, esquecendo-se das conseqüências que esta atitude poderá trazer futuramente.

Poucas foram as que compreenderam o recado sinalizado pelo mercado e por todas as transformações ocorridas a nível comportamental e mercadológico.

A falta de visão estratégica ainda persiste neste setor por parte de muitos, setor este recheado de egoísmo, conservadorismo e pouco voltado à inovação, que é a ferramenta fundamental e necessária para este novo momento que vivenciamos e que nos espera para os próximos anos.

Fatores estratégicos, tais como o reconhecimento do design enquanto ferramenta e veiculo poderoso de Marketing, ainda é ponto que persiste no posicionamento de muitos empresários e consequentemente pouco é canalizado investimentos nesse sentido.

A miopia referente aos reais valores que fidelizam de fato um cliente através de seu atendimento é fator que ainda persiste.

O reconhecimento de que montadores são os reais responsáveis diretos pelo pós venda, é algo longínquo de tornar-se realidade e admitido por lojistas e industriais do setor.

A linguagem propagada pelo novo modelo de Marketing ao qual visa a interatividade e a emoção proveniente de produtos ofertados, caminha a passos lentos e distante ainda de ser devidamente explorado pelas indústrias seriadas desse setor.

Temos ainda a questão do retrabalho existente na indústria moveleira, que a anos vem minando seus cofres e não foi devidamente controlado. Muitas nem se quer conseguem nos dias de hoje mensurá-lo com exatidão.


Todos esses pontos me remetem a uma frase do Mestre da Administração Peter Drucker:

“O que pode ser medido, pode ser melhorado.”( Peter Drucker)

A mudança comportamental do mercado e do consumidor desses novos tempos, surge como condutor de uma verdadeira transformação na linguagem industrial seriada, exigindo assim, a flexibilidade no sistema produtivo, devido a uma variedade de produtos hoje exigidos pelo mercado, em que o ciclo de vida desses produtos torna-se mais curto, mas muitas indústrias nem se quer moveram-se para efetuar a necessária flexibilização em seus processos e menos ainda, canalizaram investimentos em desenvolvimento e pesquisa de maneira profissionalizada.

Esta alteração na linguagem produtiva, surge decorrente das necessidades desse novo perfil de consumidor havido por novidades e desejos de produtos inteligentemente desenvolvidos que não somente os surpreenda, mas também que provoque alguma emoção.

Mas a pergunta que não podemos deixar de lado aqui será:

Até quando as indústrias moveleiras permaneceram com seu conservadorismo em sua Gestão?

O fato é que, o ano de 2016 está batendo em nossa porta e pergunto aqui quais foram ás medidas tomadas pela indústria desse setor visando a modernidade e a retomada do mercado no próximo ano?

Obviamente que muitas visivelmente fizeram a lição de casa e estas estão conseguindo destacar-se no mercado mesmo diante de toda a crise instaurada no país e esse fato é visível para aqueles que acompanham o cenário mercadológico.

À este feito, podemos chamar de COMPETÊNCIA incontestavelmente!

O mercado hoje visivelmente esta dizendo NÂO a INCOMPETÊNCIA e exigindo das empresas COMPETÊNCIA!

Algo que o brasileiro não estava nem um pouco habituado.

O ponto crucial aqui é que: As empresas que não promoverem as alterações necessárias rumo a quebra rápida de conceitos ultrapassados de gestão, terá comprometida sua permanência no mercado para os próximos anos.

É irrefutável que é preciso MUDAR, INOVAR e REINVENTAR-SE!

Somente com essas atitudes é possível uma empresa manter-se sadia e rentável nos próximos anos.


“Se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho.”( Peter Drucker)


REAVALIAÇÃO interna, esse deve ser o ponto chave para provocar a mudança exigida e essencial a sobrevivência!!!

Adélia Covre 

domingo, 1 de novembro de 2015

Desenvolver Produtos esta além de projetar!

Estamos sem sombra de duvidas diante de uma nova era, diante de Novos tempos!

Tempo este de inovar, tempo de estabelecer novas formas de interagir, tempo de romper barreiras ultrapassadas, tempo de modernizar e reinventar-se não cabendo mais o conservadorismo encrustado na maioria da empresas do setor moveleiro.

Diante de tantas mudanças na linguagem moderna desses novos tempos, é preciso também ter consciência que hoje em dia criar um produto esta alem de simplesmente projetá-lo.

Requer que profissionais ligados ao design assumam um papel ainda mais ousado.....papel este que na maioria não é permitido dentro da indústria moveleira.

Deixar de ser um figurante para assumir de fato a direção de suas criações.

Este papel que vai muito alem de meramente projetar, é fundamental saber alinhar uma criação a marca de uma empresa.

As empresas de um modo geral, e saliento aqui as do setor moveleiro, precisam compreender de uma vez por todas, que o design tem que estar envolvido na organização estrutural da empresa nestes novos tempos.

Trocando em miúdos, quer dizer que a liderança do design tem que estar presente á nível de diretoria presente também nas divisões internas da empresa. 

Algo raro de encontrarmos neste setor, infelizmente!

Para maior compreensão, o procedimento precisa acontecer de CIMA PARA BAIXO e não o contrário como vem sendo a mais de 40 anos.

É necessário que haja um compromisso da direção da empresa para o uso do design como fonte de inovação ao qual culminará em um esforço constante para existir de fato a mudança positiva e com isso a almejada evolução.

Podemos citar empresas como a Apple, Walt Disney, Nike, Procter & Gamble, Starbucks e Coca-Cola, que são exemplos de organizações apontadas como design-driven-companies, ou seja: Empresas guiadas pelo design, que segundo um levantamento efetuado, os resultados obtidos nestas empresas que atuam dentro dessa filosofia, chegam a ser 228% superiores a outras marcas também da lista S&P 500 no mercado de ações.

Pensem nisso!

É um dato altamente expressivo e impossível de ser contestado.

Passou do momento das indústrias moveleiras em especial, atuarem com Direção de Arte e as Estratégias Criativas. Prática esta que nascem em um momento em que existe grande demanda por profissionais habilitados a operacionalizar diferentes saberes, visando essencialmente apresentar soluções criativas e inovadoras.

Cabe ainda neste contexto perfeitamente o uso do Design Thiking, ao qual é um processo de pensamento critico e criativo que nos permite a organização de informações e idéias, bem como a tomada de decisões, o aprimoramento de situações e a aquisição de conhecimento. Pois ele nos ajuda na imersão e no entendimento de parâmetros e padrões essenciais para serem criados projetos com uma qualidade superior.

Vamos deixar claro que ao aliar conhecimentos científicos e saberes originários da prática profissional, buscamos incontestavelmente incentivar o uso do método do processo criativo para a solução de problemas de modo interdisciplinar e interdiscursivo.

Segundo Ortega (1997:216 - La comunicación publicitaria, Madrid: Pirámide):

“A estratégia criativa obriga ao grupo criativo atuar dentro de um campo definido, que em certas ocasiões pode ser interpretado como uma limitação da capacidade de expressão artística que prejudica o próprio processo criativo e os resultados do mesmo. Porém, na realidade, mais que uma limitação, a estratégia criativa constitui o ponto de partida para o desenvolvimento do processo de criação”.

A grande missão da estratégia criativa aplicada ao produto é a construção da mensagem que um novo produto passará ao seu publico alvo.

Convenhamos que se estamos na era da interação, segundo o mestre Kotler, e em conformidade aéos preceitos do Marketing 3.0, obviamente que o produto deve e precisa estar engajado dentro deste contexto e isso apenas será possível por intermédio de estratégias muito bem alinhadas dentro de uma empresa.

Isso porque primeiramente é imperativo que seja identificado claramente o objetivo do negócio da empresa ao qual normalmente é determinado pelo conselho ou pelo diretor financeiro contendo alguns objetivos financeiros anexados.

Não podemos esquecer que os objetivos e as estratégias de marketing são derivados do objetivo em conjunto com a estratégia de uma empresa e neste caso o óbvio será conquistar o market-share convencendo os consumidores de outras marcas a mudarem para sua empresa e neste caso o grande desafio será converter experimentação e interação em fidelidade.

Eis aqui o Grande Desafio proposto pelo Marketing 3.0.

Mas ainda, não podemos nos esquecer de outro ponto chave: O papel da comunicação a qual é certamente o de persuadir os não usuários a pensar de forma diferente em relação a sua marca, o seu produto, para mudar seu comportamento como resultado dessas atitudes.

É preciso identificar os obstáculos que podem atrapalhar o alcance desse objetivo e para isso é fundamental o uso de pesquisas para definir o que os compradores do concorrente pensam da sua marca e o porquê de não a escolherem.

Como a recessão impactou as atitudes e comportamentos das pessoas em geral com relação às compras, é preciso desenvolver e promover insights nos compradores.

Aqui entra a superação de obstáculos e a criatividade para isso.

Torna-se imperativo desenvolver várias soluções hipotéticas e pesquisar constantemente.

Como sugestão, é interessante conduzir entrevistas com uma variedade de consumidores do seu segmento, assim como, refinar a estratégia criativa e analisar como ela deve funcionar após todos os dados coletados.

Escreva o briefing criativo de maneira clara, atentando-se que muitas vezes o MENOS pode ser o MAIS e quanto mais você refina e corta, mais focado e eficaz o briefing será.

Importante é ter claro que é possível criar produtos lindos, originais e ate inovadores bem como fantásticos, contudo estes podem passar apenas perto do que seria necessário para atingir o seu publico alvo.

Reflitam sobre isso!....

Esteja atento: Todo ato criativo é fascinante, porem é perigoso a partir do momento que uma empresa ou sua equipe, tende a acrescentar algo pessoal e subjetivo visando apenas interesses pessoais.

Algo que é comum ocorrer em varias indústrias moveleiras e necessita assim urgentemente ser reavaliado.

Não se enganem, empresas engessadas e conservadoras não cabem mais no contexto dessa nova era!

Encerro esse post com um pensamento admirável e expressivo do extraordinário Steve Jobs...

Os que são loucos o suficiente para pensarem que podem mudar o mundo, são os que o fazem!” (Steve Jobs)

Adélia Covre

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