Mas este fato teve um aditivo poderoso e de alta combustão: A falta de precaução deixada de lado nos últimos anos.
A grande maioria das empresas deixaram-se levar pela euforia do consumismo disseminado nos últimos anos por um governo cuja a educação, a saúde a valorização da mão de obra e valores simples de cidadania foi postas em segundo plano.
Podemos resumir esse fato, a um conjunto de AÇÕES E REAÇÕES.
O setor vem pagando um preço alto por seu descaso com relação as medidas essenciais que deveriam ter sido tomadas no passado. Poucas são as que tiveram uma visão mais realista dos desmandos de um governo sem foco e despreparado.
Grande parte dessas empresas em questão, estão perdidas e não perceberam ainda que a saída será efetuar urgentemente a lição de casa a anos deixada de lado, sendo regra básica e primordial rever todos os processos internos. Detectar sangrias que minam uma empresa é ponto fundamental, para que assim seja possível de execução provocar as mudanças necessárias objetivando adequar-se o mais rapidamente possível a esse novo modelo sócio-econômico.
Que me perdoem os empresários de visão estratégica, más é preciso que a verdade seja dita.
Poderá haver retomada moderada?
Isso é algo que todos os economistas concordam. Porem, sem mudanças estruturais e conceituais será difícil manter-se no mercado, ainda mais, com a competitividade tão acirrada.
A indústria moveleira precisa urgentemente ser preparada para essa retomada moderada prevista para o próximo ano. Aprimorar sua mão de obra, cujo mercado nos últimos anos focou apenas no investimento de milhões em tecnologia, mas deteriorando seu maior patrimônio.....O CAPITAL HUMANO.
Focaram sempre na copia e não na criação de uma identidade própria!
Grande parte dessas empresas em questão, estão perdidas e não perceberam ainda que a saída será efetuar urgentemente a lição de casa a anos deixada de lado, sendo regra básica e primordial rever todos os processos internos. Detectar sangrias que minam uma empresa é ponto fundamental, para que assim seja possível de execução provocar as mudanças necessárias objetivando adequar-se o mais rapidamente possível a esse novo modelo sócio-econômico.
Que me perdoem os empresários de visão estratégica, más é preciso que a verdade seja dita.
Poderá haver retomada moderada?
Isso é algo que todos os economistas concordam. Porem, sem mudanças estruturais e conceituais será difícil manter-se no mercado, ainda mais, com a competitividade tão acirrada.
A indústria moveleira precisa urgentemente ser preparada para essa retomada moderada prevista para o próximo ano. Aprimorar sua mão de obra, cujo mercado nos últimos anos focou apenas no investimento de milhões em tecnologia, mas deteriorando seu maior patrimônio.....O CAPITAL HUMANO.
Focaram sempre na copia e não na criação de uma identidade própria!
Preocuparam-se demasiadamente com os custos, contudo aplicaram apenas a depreciação do produto ao invés de centrarem-se na mira de suas sangrias internas.
Uma empresa não se sustenta em um mercado sem estratégias bem definidas e direcionadas, sem uma linha de produtos que realmente seja a linguagem do cliente da atualidade, sem criatividade, inovação e analise adequada de tendências futuras.
O maior erro que pode ser cometido pelo setor industrial moveleiro, foi o de achar que a depreciação de seus produtos traria retorno financeiro. Reduzir custos não resume-se em depreciar e sim em reduzir desperdícios. Algo que a grande maioria não teve competência para enxergar.
Mesmo a busca por novos mercados, só é possível caso sejam preparadas para esse fim e seja executada as transformaçãoes necessárias no processo como um todo e isso também diz respeito a parte comportamental de seus dirigentes.
Investimentos em recursos humanos, produtos e estratégias são necessárias, justamente as áreas as quais pouco se investiu nesse setor nos últimos 20 anos.
Muito se fala neste mercado sobre apostas em inovação de produtos, mas quais de fato o fizeram da forma correta e adequada?
O fato é que as indústrias amarradas ao seu conservadorismo pouco inovaram, pouco investiram nessa área. Continuam batendo a cabeça visando a depreciação nas novas criações e pior, desenvolvendo produtos por intermédio de "profissionais" sem experiência adequada ou desqualificada neste mercado peculiar sem analises mercadológicas e estratégicas.
Isso só poderá levar a um desfecho ainda pior. Algo que já vem ocorrendo no mercado, a recuperação judicial oriunda de investimentos mau direcionados.
É visível a culpa de todos nesse processo de declínio.
Muitos no fundo sabem que precisam de ajuda externa, mas não se permitem a tal. Visualizam essa atitude como custo, sendo que o maior custo resume-se em não ter gente capacitada para efetuar a análise estratégica aprofundada e os ajustes que os manterão em pé nesse novo mercado.
A falta de união da classe, a falta de visão realista dos fatos e a teimosia aliada ao orgulho prevalecido por muitos empresários, até aqui não trouxeram melhorias efetivas e isso precisa ser encarado.
É impossível pensar em retomada do setor, sem que haja mudanças efetivas, principalmente a comportamental para que possa ser admitido a necessária mudança.
A verdadeira dificuldade não está em aceitar idéias novas, mas escapar das antigas. (John Maynard Keynes)
Imperativo é perceber neste momento ao qual findamos um ano difícil, que já passou da hora de AGIR e efetuar todas as ações deixadas de lado por anos, aquelas que por muito tempo foram empurradas com a barriga pela acomodação característica do setor.
Vamos relembrar de uma premissa básica:
O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção. (Adam Smith)
Uma empresa não se sustenta em um mercado sem estratégias bem definidas e direcionadas, sem uma linha de produtos que realmente seja a linguagem do cliente da atualidade, sem criatividade, inovação e analise adequada de tendências futuras.
O maior erro que pode ser cometido pelo setor industrial moveleiro, foi o de achar que a depreciação de seus produtos traria retorno financeiro. Reduzir custos não resume-se em depreciar e sim em reduzir desperdícios. Algo que a grande maioria não teve competência para enxergar.
Mesmo a busca por novos mercados, só é possível caso sejam preparadas para esse fim e seja executada as transformaçãoes necessárias no processo como um todo e isso também diz respeito a parte comportamental de seus dirigentes.
Investimentos em recursos humanos, produtos e estratégias são necessárias, justamente as áreas as quais pouco se investiu nesse setor nos últimos 20 anos.
Muito se fala neste mercado sobre apostas em inovação de produtos, mas quais de fato o fizeram da forma correta e adequada?
O fato é que as indústrias amarradas ao seu conservadorismo pouco inovaram, pouco investiram nessa área. Continuam batendo a cabeça visando a depreciação nas novas criações e pior, desenvolvendo produtos por intermédio de "profissionais" sem experiência adequada ou desqualificada neste mercado peculiar sem analises mercadológicas e estratégicas.
Isso só poderá levar a um desfecho ainda pior. Algo que já vem ocorrendo no mercado, a recuperação judicial oriunda de investimentos mau direcionados.
É visível a culpa de todos nesse processo de declínio.
Muitos no fundo sabem que precisam de ajuda externa, mas não se permitem a tal. Visualizam essa atitude como custo, sendo que o maior custo resume-se em não ter gente capacitada para efetuar a análise estratégica aprofundada e os ajustes que os manterão em pé nesse novo mercado.
A falta de união da classe, a falta de visão realista dos fatos e a teimosia aliada ao orgulho prevalecido por muitos empresários, até aqui não trouxeram melhorias efetivas e isso precisa ser encarado.
É impossível pensar em retomada do setor, sem que haja mudanças efetivas, principalmente a comportamental para que possa ser admitido a necessária mudança.
A verdadeira dificuldade não está em aceitar idéias novas, mas escapar das antigas. (John Maynard Keynes)
Imperativo é perceber neste momento ao qual findamos um ano difícil, que já passou da hora de AGIR e efetuar todas as ações deixadas de lado por anos, aquelas que por muito tempo foram empurradas com a barriga pela acomodação característica do setor.
Vamos relembrar de uma premissa básica:
O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção. (Adam Smith)
É fundamental compreender que o consumidor deste século adquiriu novos hábitos de consumo diante da explosão tecnológica ocorrida nos últimos tempos....Contudo, a inovação inicia-se pela forma pensamento com que lidamos com determinadas decisões e isso é um fato ao qual muito há de ser percorrido para que a indústria consiga atingir índices relevantes nesse sentido.
Mas uma hora isso terá que acontecer, seja pelo caminho suave ou pelo duro!
Tornou-se habitual, depararmos com empresas que se debatem diante de processos internos e iniciativas sem sucesso rumo a modernidade. Entretanto, este insucesso é decorrente da falta de iniciativas corretas rumo ao objetivo desejado.
As indústrias moveleiras a bem da verdade estão adiando o inevitável!
Em diversas postagens, chamei a atenção para algo pouco explorado por esses setor e de fundamental utilidade para manter uma empresa em patamares sólidos perante o mercado, o exercício do planejamento estratégico e a gestão correta de produtos, a análise interna e a prática de gestão.
As indústrias passaram o ano de 2015 debatendo-se com iniciativas frustradas acreditando em velhos conceitos ultrapassados ou mesmo esperando que um possível milagre pudesse acontecer e com isso poucas conseguiram a famosa “virada de jogo” diante de um cenário nada promissor como o que vivenciamos nos últimos meses.
É preciso compreender que não existem milagres com relação à gestão empresarial!!!......ou efetuamos as mudanças exigidas e nos adaptamos as novas regras do jogo exigido, seguido dos devidos ajustes visando uma retomada de mercado ou ficaremos paralisados aguardando a deriva.
É comum neste tipo de indústria, o alto escalão atribuir culpados por suas próprias falhas, não conseguindo por orgulho olhar para os próprios erros administrativos em sua maioria, o problema vital encontra-se na falta de iniciativas e direcionamento correto por parte da direção da empresa.
Tornou-se habitual, depararmos com empresas que se debatem diante de processos internos e iniciativas sem sucesso rumo a modernidade. Entretanto, este insucesso é decorrente da falta de iniciativas corretas rumo ao objetivo desejado.
As indústrias moveleiras a bem da verdade estão adiando o inevitável!
Em diversas postagens, chamei a atenção para algo pouco explorado por esses setor e de fundamental utilidade para manter uma empresa em patamares sólidos perante o mercado, o exercício do planejamento estratégico e a gestão correta de produtos, a análise interna e a prática de gestão.
As indústrias passaram o ano de 2015 debatendo-se com iniciativas frustradas acreditando em velhos conceitos ultrapassados ou mesmo esperando que um possível milagre pudesse acontecer e com isso poucas conseguiram a famosa “virada de jogo” diante de um cenário nada promissor como o que vivenciamos nos últimos meses.
É preciso compreender que não existem milagres com relação à gestão empresarial!!!......ou efetuamos as mudanças exigidas e nos adaptamos as novas regras do jogo exigido, seguido dos devidos ajustes visando uma retomada de mercado ou ficaremos paralisados aguardando a deriva.
É comum neste tipo de indústria, o alto escalão atribuir culpados por suas próprias falhas, não conseguindo por orgulho olhar para os próprios erros administrativos em sua maioria, o problema vital encontra-se na falta de iniciativas e direcionamento correto por parte da direção da empresa.
Volto a insistir, as indústrias nos últimos anos investiram demasiadamente em processos produtivos, contudo deixaram o objeto propulsor e principal da comercialização de lado....O PRODUTO E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO que é são as ferramentas que as preparam para enfrentar o mercado.
"O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras das decisões presentes." ( Peter Drcuker)
Pontos vitais para que uma empresa possa ser sustentada, principalmente em momentos delicados de uma economia oscilante.
Existe neste mercado um pensamento altamente conservador e retrogrado que diz respeito a variáveis de mudança e adequação de sistemas internos.
A inflexibilidade é marca registrada nestas indústrias, sendo que o mercado da atualidade clama por flexibilidade.
Os modelos tradicionais de produção seriada dominaram até bem pouco tempo, contudo hoje o modelo exigido é o da flexibilização de processos e sua grande maioria não conseguiu dar um passo sequer nessa nova direção.
Hoje é preciso que o ciclo de vida do produto seja curto e o leque ofertado de variáveis, em maior número, algo que sem flexibilidade produtiva torna-se impossível atingir as expectativas desse mercado peculiar e em franca mutação.
É preciso ser extinto o hábito da incompetência e ser hasteada à bandeira da competência!
Os parâmetros e conceitos de gestão em suas mais diversas modalidades, precisam ser atualizados e modernizados. Não cabem mais, diante desses novos tempos, a falta de atitudes e iniciativa rumo a evolução.
É preciso cessar de uma vez por todas essa inatividade característica e preparar um futuro melhor em 2016 por intermédio de ações!!!
" As únicas coisas que evoluem por vontade própria em uma organização são a desordem, o atrito e mau desempenho." ( Peter Drucker)
Adélia Covre








