Tempo este de inovar, tempo de estabelecer novas formas de interagir, tempo de romper barreiras ultrapassadas, tempo de modernizar e reinventar-se não cabendo mais o conservadorismo encrustado na maioria da empresas do setor moveleiro.
Diante de tantas mudanças na linguagem moderna desses novos tempos, é preciso também ter consciência que hoje em dia criar um produto esta alem de simplesmente projetá-lo.
Requer que profissionais ligados ao design assumam um papel ainda mais ousado.....papel este que na maioria não é permitido dentro da indústria moveleira.
Deixar de ser um figurante para assumir de fato a direção de suas criações.
Este papel que vai muito alem de meramente projetar, é fundamental saber alinhar uma criação a marca de uma empresa.
As empresas de um modo geral, e saliento aqui as do setor moveleiro, precisam compreender de uma vez por todas, que o design tem que estar envolvido na organização estrutural da empresa nestes novos tempos.
Trocando em miúdos, quer dizer que a liderança do design tem que estar presente á nível de diretoria presente também nas divisões internas da empresa.
Este papel que vai muito alem de meramente projetar, é fundamental saber alinhar uma criação a marca de uma empresa.
As empresas de um modo geral, e saliento aqui as do setor moveleiro, precisam compreender de uma vez por todas, que o design tem que estar envolvido na organização estrutural da empresa nestes novos tempos.
Trocando em miúdos, quer dizer que a liderança do design tem que estar presente á nível de diretoria presente também nas divisões internas da empresa.
Algo raro de encontrarmos neste setor, infelizmente!
Para maior compreensão, o procedimento precisa acontecer de CIMA PARA BAIXO e não o contrário como vem sendo a mais de 40 anos.
É necessário que haja um compromisso da direção da empresa para o uso do design como fonte de inovação ao qual culminará em um esforço constante para existir de fato a mudança positiva e com isso a almejada evolução.
Passou do momento das indústrias moveleiras em especial, atuarem com Direção de Arte e as Estratégias Criativas. Prática esta que nascem em um momento em que existe grande demanda por profissionais habilitados a operacionalizar diferentes saberes, visando essencialmente apresentar soluções criativas e inovadoras.
Cabe ainda neste contexto perfeitamente o uso do Design Thiking, ao qual é um processo de pensamento critico e criativo que nos permite a organização de informações e idéias, bem como a tomada de decisões, o aprimoramento de situações e a aquisição de conhecimento. Pois ele nos ajuda na imersão e no entendimento de parâmetros e padrões essenciais para serem criados projetos com uma qualidade superior.
Vamos deixar claro que ao aliar conhecimentos científicos e saberes originários da prática profissional, buscamos incontestavelmente incentivar o uso do método do processo criativo para a solução de problemas de modo interdisciplinar e interdiscursivo.
Segundo Ortega (1997:216 - La comunicación publicitaria, Madrid: Pirámide):
“A estratégia criativa obriga ao grupo criativo atuar dentro de um campo definido, que em certas ocasiões pode ser interpretado como uma limitação da capacidade de expressão artística que prejudica o próprio processo criativo e os resultados do mesmo. Porém, na realidade, mais que uma limitação, a estratégia criativa constitui o ponto de partida para o desenvolvimento do processo de criação”.
A grande missão da estratégia criativa aplicada ao produto é a construção da mensagem que um novo produto passará ao seu publico alvo.
Convenhamos que se estamos na era da interação, segundo o mestre Kotler, e em conformidade aéos preceitos do Marketing 3.0, obviamente que o produto deve e precisa estar engajado dentro deste contexto e isso apenas será possível por intermédio de estratégias muito bem alinhadas dentro de uma empresa.
Isso porque primeiramente é imperativo que seja identificado claramente o objetivo do negócio da empresa ao qual normalmente é determinado pelo conselho ou pelo diretor financeiro contendo alguns objetivos financeiros anexados.
Não podemos esquecer que os objetivos e as estratégias de marketing são derivados do objetivo em conjunto com a estratégia de uma empresa e neste caso o óbvio será conquistar o market-share convencendo os consumidores de outras marcas a mudarem para sua empresa e neste caso o grande desafio será converter experimentação e interação em fidelidade.
Eis aqui o Grande Desafio proposto pelo Marketing 3.0.
Mas ainda, não podemos nos esquecer de outro ponto chave: O papel da comunicação a qual é certamente o de persuadir os não usuários a pensar de forma diferente em relação a sua marca, o seu produto, para mudar seu comportamento como resultado dessas atitudes.
Para maior compreensão, o procedimento precisa acontecer de CIMA PARA BAIXO e não o contrário como vem sendo a mais de 40 anos.
É necessário que haja um compromisso da direção da empresa para o uso do design como fonte de inovação ao qual culminará em um esforço constante para existir de fato a mudança positiva e com isso a almejada evolução.
Podemos citar empresas como a Apple, Walt Disney, Nike, Procter & Gamble, Starbucks e Coca-Cola, que são exemplos de organizações apontadas como design-driven-companies, ou seja: Empresas guiadas pelo design, que segundo um levantamento efetuado, os resultados obtidos nestas empresas que atuam dentro dessa filosofia, chegam a ser 228% superiores a outras marcas também da lista S&P 500 no mercado de ações.
Pensem nisso!
É um dato altamente expressivo e impossível de ser contestado.
Pensem nisso!
É um dato altamente expressivo e impossível de ser contestado.
Passou do momento das indústrias moveleiras em especial, atuarem com Direção de Arte e as Estratégias Criativas. Prática esta que nascem em um momento em que existe grande demanda por profissionais habilitados a operacionalizar diferentes saberes, visando essencialmente apresentar soluções criativas e inovadoras.
Cabe ainda neste contexto perfeitamente o uso do Design Thiking, ao qual é um processo de pensamento critico e criativo que nos permite a organização de informações e idéias, bem como a tomada de decisões, o aprimoramento de situações e a aquisição de conhecimento. Pois ele nos ajuda na imersão e no entendimento de parâmetros e padrões essenciais para serem criados projetos com uma qualidade superior.
Vamos deixar claro que ao aliar conhecimentos científicos e saberes originários da prática profissional, buscamos incontestavelmente incentivar o uso do método do processo criativo para a solução de problemas de modo interdisciplinar e interdiscursivo.
Segundo Ortega (1997:216 - La comunicación publicitaria, Madrid: Pirámide):
“A estratégia criativa obriga ao grupo criativo atuar dentro de um campo definido, que em certas ocasiões pode ser interpretado como uma limitação da capacidade de expressão artística que prejudica o próprio processo criativo e os resultados do mesmo. Porém, na realidade, mais que uma limitação, a estratégia criativa constitui o ponto de partida para o desenvolvimento do processo de criação”.
A grande missão da estratégia criativa aplicada ao produto é a construção da mensagem que um novo produto passará ao seu publico alvo.
Convenhamos que se estamos na era da interação, segundo o mestre Kotler, e em conformidade aéos preceitos do Marketing 3.0, obviamente que o produto deve e precisa estar engajado dentro deste contexto e isso apenas será possível por intermédio de estratégias muito bem alinhadas dentro de uma empresa.
Isso porque primeiramente é imperativo que seja identificado claramente o objetivo do negócio da empresa ao qual normalmente é determinado pelo conselho ou pelo diretor financeiro contendo alguns objetivos financeiros anexados.
Não podemos esquecer que os objetivos e as estratégias de marketing são derivados do objetivo em conjunto com a estratégia de uma empresa e neste caso o óbvio será conquistar o market-share convencendo os consumidores de outras marcas a mudarem para sua empresa e neste caso o grande desafio será converter experimentação e interação em fidelidade.
Eis aqui o Grande Desafio proposto pelo Marketing 3.0.
Mas ainda, não podemos nos esquecer de outro ponto chave: O papel da comunicação a qual é certamente o de persuadir os não usuários a pensar de forma diferente em relação a sua marca, o seu produto, para mudar seu comportamento como resultado dessas atitudes.
É preciso identificar os obstáculos que podem atrapalhar o alcance desse objetivo e para isso é fundamental o uso de pesquisas para definir o que os compradores do concorrente pensam da sua marca e o porquê de não a escolherem.
Como a recessão impactou as atitudes e comportamentos das pessoas em geral com relação às compras, é preciso desenvolver e promover insights nos compradores.
Aqui entra a superação de obstáculos e a criatividade para isso.
Torna-se imperativo desenvolver várias soluções hipotéticas e pesquisar constantemente.
Como sugestão, é interessante conduzir entrevistas com uma variedade de consumidores do seu segmento, assim como, refinar a estratégia criativa e analisar como ela deve funcionar após todos os dados coletados.
Escreva o briefing criativo de maneira clara, atentando-se que muitas vezes o MENOS pode ser o MAIS e quanto mais você refina e corta, mais focado e eficaz o briefing será.
Importante é ter claro que é possível criar produtos lindos, originais e ate inovadores bem como fantásticos, contudo estes podem passar apenas perto do que seria necessário para atingir o seu publico alvo.
Reflitam sobre isso!....
Esteja atento: Todo ato criativo é fascinante, porem é perigoso a partir do momento que uma empresa ou sua equipe, tende a acrescentar algo pessoal e subjetivo visando apenas interesses pessoais.
Algo que é comum ocorrer em varias indústrias moveleiras e necessita assim urgentemente ser reavaliado.
Como a recessão impactou as atitudes e comportamentos das pessoas em geral com relação às compras, é preciso desenvolver e promover insights nos compradores.
Aqui entra a superação de obstáculos e a criatividade para isso.
Torna-se imperativo desenvolver várias soluções hipotéticas e pesquisar constantemente.
Como sugestão, é interessante conduzir entrevistas com uma variedade de consumidores do seu segmento, assim como, refinar a estratégia criativa e analisar como ela deve funcionar após todos os dados coletados.
Escreva o briefing criativo de maneira clara, atentando-se que muitas vezes o MENOS pode ser o MAIS e quanto mais você refina e corta, mais focado e eficaz o briefing será.
Importante é ter claro que é possível criar produtos lindos, originais e ate inovadores bem como fantásticos, contudo estes podem passar apenas perto do que seria necessário para atingir o seu publico alvo.
Reflitam sobre isso!....
Esteja atento: Todo ato criativo é fascinante, porem é perigoso a partir do momento que uma empresa ou sua equipe, tende a acrescentar algo pessoal e subjetivo visando apenas interesses pessoais.
Algo que é comum ocorrer em varias indústrias moveleiras e necessita assim urgentemente ser reavaliado.
Não se enganem, empresas engessadas e conservadoras não cabem mais no contexto dessa nova era!
Encerro esse post com um pensamento admirável e expressivo do extraordinário Steve Jobs...
“Os que são loucos o suficiente para pensarem que podem mudar o mundo, são os que o fazem!” (Steve Jobs)
Encerro esse post com um pensamento admirável e expressivo do extraordinário Steve Jobs...
“Os que são loucos o suficiente para pensarem que podem mudar o mundo, são os que o fazem!” (Steve Jobs)
Adélia Covre




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