AC- AdeliaCovre Consulting - Consultiria e Assessoria em Gestão de Produtos - Indústria Moveleira


"Não olhe para o ciclo de vida do produto: olhe para o ciclo de vida do mercado."(Philip Kotler)
"A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente."(Peter Drucke).

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Porque a Falta de Visão Estratégica é prejudicial em um mercado Globatizado!

O mercado da atualidade encontra-se agressivo no tocante a concorrência e competitividade e isso é um fato!

Logo, a busca constante por mecanismos que possam nortear a boa visão estratégica e que nos possibilite auxiliar na identificação de fatores que possam causar algum impacto na organização, seja ele positivo ou negativo, torna-se imprescindível daqui para frente.

Para que uma empresa, seja ela de qual porte for, alcance uma sustentabilidade corporativa é necessário uma gestão estratégica competitiva, progressiva e voltada para o crescimento.

É importante ser salientado aqui, que nos dias atuais, existe a crescente conscientização dos empreendedores que focam o desenvolvimento de novas práticas gerenciais independente do seu porte. Essa constante vem se fortalecendo gradativamente nas organizações que por meios eficientes buscam a sustentabilidade e desse modo a sobrevivência neste mercado globalizado.

A questão é que: Com o mercado dessa nova realidade que hoje estamos vivenciando, a gestão estratégica tornou-se o grande desafio das organizações deste século XXI. Afinal, com a constante evolução deste mercado e com as exigências cada vez mais rigorosas do consumidor da atualidade, se faz necessário a busca continua de mecanismos de gestão com visões além do nosso alcance.

Tendo em vista que o modelo de gestão praticado até bem pouco tempo e que possuía uma abordagem mais fechada ou porque não dizer conservadora, esta de certo modo obsoleta diante desse novo mercado.

Com o grande avanço e desenvolvimento de práticas organizacionais que o mercado vem tendo ao longo dos últimos anos, cada vez mais o empreendedor necessita ter uma visão ampla com uma abrangência macro, que busque constantemente a inovação e a criatividade, algo que principalmente no setor moveleiro a muito a ser feito.

Segundo o Mestre da administração moderna e uma sumidade quando o assunto é estratégia, Michael Porter :

“O principal foco das organizações atualmente, não deve ser o crescimento do faturamento – algo que muitas empresas insistem equivocadamente em priorizar-, mas a estratégia em si. Ela é mais importante do que qualquer projeção de crescimento de mercado”, ressalta o economista, professor da Harvard Business School e "autoridade" no assunto.

Para Porter, a análise das fontes da vantagem competitiva tem que ocorrer não no nível da empresa como um todo, mas no nível das atividades distintas que uma empresa realiza para projetar, produzir, comercializar, entregar e oferecer suporte ao seu produto.

Resumindo: Em todas as empresas existe uma cadeia de atividade que gera valor para seus os clientes e somente por meio da cuidadosa análise dessa "cadeia de valor" é que a empresa poderá encontrar fontes de vantagem competitiva sustentável.

Esse pensamento nos remete As Cinco Forças Competitivas de Porter , que é um modelo que viabiliza fazer uma análise mercadológica, na qual explica os fatores que influenciam o mercado e que afetam o comportamento de compra.
Já que estratégia pode ser definida como o conjunto de objetivos, finalidades, metas, diretrizes fundamentais e os planos para atingir os objetivos, postulados de forma a definir em que situação a organização se encontra, que tipo de organização se encontra, que tipo de organização ela é ou deseja ser, é preciso ter em mente que:

A Gestão Estratégica implica em:
  • Ter do negócio uma visão generalista, ou seja, não transformar nunca as metas de uma determinada área funcional nos objetivos do negócio. Lembrando que metas estratégicas são mutáveis;
  • Ser comprometido e envolvido;
  • Ser dominado pela prática. Não é proibido teorizar, fazer planos ou criar modelos, mas ao final se é julgado pelos resultados que a empresa produzir;
  • Não se limitar ao quotidiano, buscar ampliar o horizonte temporal. O futuro é incerto;
  • Preocupar-se com o portfólio ou carteira de produtos, serviços e mercados da empresa. Atentar-se ao ciclo de vida de produtos e serviços encurtando cada vez mais. Afinal, não é mais possível deixar de rever carteiras com maior freqüência;
  • Rever carteiras e isso envolve a possibilidade de eliminar produtos, serviços e mercados, vendendo ativos e portanto, desinvestindo;
  • Repensar a estrutura organizacional e os processos administrativos.
O Momento pede que todos reavaliem suas praticas de gestão e lembrem-se que são pontos importantes:

1. Conhecer em profundidade as ferramentas de Marketing;
2. Ter Conhecimento de "cases" da sua área de negócio;
3. Ter Boa visão de negócios;
4. Ter Boa visão de mercado;
5. Saber Analisar como se mobiliza a concorrência;
6. Saber Analisar tendências;
7. Ter Grande nível de Informação geral e específica;
8. Ir a fundo em tudo o que se faz;
9. Ter Visão Holística - ver o todo, saber que o todo é composto de partes, identificar as partes, perceber como elas se inter-relacionam e fazer a mudanças (transformações) necessárias;
10. Ter uma atitude vencedora (decorrência dos novos conceitos adotados no negócio)


A Todos boas reflexões!

Adélia Covre

domingo, 7 de agosto de 2016

Formóbile - 2016.....Inovação presente e voltada para Marcenarias em sua 8º edição!



Uma feira voltada à inovação e novos conceitos de mercado!

Essa é a definição que podemos dar a uma das feiras mais importantes do setor moveleiro que aconteceu na ultima semana de julho deste ano.

Como já era esperado por muitos de nós que acompanhamos bem perto o setor moveleiro, a Formóbile 2016 definitivamente comprovou a todos, que estiveram presentes nesta 8º edição realizada no parque de exposições do Anhembi em São Paulo, que a bola da vez do setor moveleiro são as marcenarias.

A indústria moveleira, mais uma vez pecou em não promover as necessárias iniciativas voltadas a inovação de conceitos, exploração de novos mercados e visão estratégica de maior abrangência, deixando assim uma imensa vala a ser preenchida pelo mercado e aproveitada pelas marcenarias por todo país.



Visivelmente a maioria dos expositores, optaram em destinar produtos expostos nesta feira, a esse mercado que vem avançando rapidamente devido à grande inércia oriunda dos empresários desse setor.....

As Marcenarias!

A Crise ainda castiga a todos nós desse segmento sem sombra de duvidas, contudo cruzar os braços e manter uma posição conservadora, pessimista e de inatividade bem característica desse tipo de indústria, com certeza não fará o setor reagir.

Muitas este ano tiveram seu encerramento de atividades e muitas outras encontram-se em recuperação judicial o que denota a quanto todas elas pecaram em sua miopia administrativa e estratégica.

A pergunta que gostaria que todos fizessem é apenas esta:

QUANTAS MAIS PRECISARAM FECHAR SUAS PORTAS PARA QUE O SETOR ACORDE PARA A NOVA REALIDADE DESTE NOVO MERCADO?........

É preciso romper definitivamente as barreiras do conservadorismo e compreender de uma vez por todas que os antigos modelos administrativos não funcionarão mais diante desse novo modelo econômico e de mercado.

O Cliente quer ser encantado por produtos inteligentemente desenvolvidos e não mais pelo lixo ate hoje produzido pela maioria das indústrias seriadas e empurrado goela abaixo do consumidor por mais de uma década, substimando assim sua inteligência, bom gosto e poder de compra.

Se efetuarmos uma análise aprofundada desse nicho, notaremos que a indústria moveleira andou na contra mão dos fatos nos últimos anos canalizando seus esforços primordialmente na aquisição de tecnologia provocando uma grande disputa de poder e ego entre os empresários desse setor, esquecendo-se do principal fator a ser levado como o principal :

A MUDANÇA DE CONCEITOS, VALORES E A MAIS IMPORTANTE DE TODOS......A MUNDAÇA COMPORTAMENTAL!!!

Enquanto isso, no mesmo período, os marceneiros preocuparam-se com a inovação de conceitos, aprimoraram seus conhecimentos, efetuaram todas as mudanças necessárias as quais o mercado sinalizava e agora encontram-se aptos para investir em tecnologia.

Foi exatamente isso que os fornecedores do setor perceberam e inteligentemente canalizaram seus esforços.

As marcenarias souberam aproveitar a brecha deixada pelas indústrias deste setor.

Acreditem no vou dizer agora....... Os marceneiros presentes nesta feira serão os proprietários das novas indústrias do futuro desta nova era.

A feira estava perfeita, fornecedores de chapas apresentaram grande inovação no conceito de padrões, ferragens inteligentemente desenvolvidas foram apresentadas pela Austriaca BLUM, as empresas alemãs Hettich e Haffele dentre tantas outras.
Inovação foi à palavra de ordem desta edição da Formóbile, saboreada de perto pelo grande publico de marceneiros ali presentes.

Fabricantes de maquinas e equipamentos apresentaram linhas voltadas para estas marcenarias do futuro, ocasionando entusiasmo entre os muitos marceneiros ali presentes.


O setor precisa aprender com seus muitos erros cometidos por anos.

Parar de acreditar em contos da fada ou soluções mágicas sem que haja esforços voltadas a mudança.

Que fique a lição deixada pelo mercado da atualidade......

A ERA DA INCOMPETÊNCIA FINDOU-SE!!!


O que o setor necessita é despestar para a nova realidade e esta realidade de mercado exige de todos do setor algo fundamental que é:

  • A Canalização de investimentos em design;
  • A prática eficaz de gestão em suas mais amplas modalidades.;
  • A contratação de mão de obra especializada;
  • A efetiva capacitação de colaboradores visando expurgar de suas maquinas administrativas a incompetência existente;
  • Abolir definitivamente de suas mentes a velha mania de querer levar vantagem em tudo e em cima de todos.
Que os empresários da indústria moveleira possam efetuar um balanço de suas ações ao longo desses últimos 20 anos, aprendendo com seus muitos erros e despertando para essa nova era onde a palavra de ordem deverá ser a COMPETÊNCIA e a INTELIGENCIA INTUITIVA.

Uma excelente renovação a todos!

Adélia Covre

terça-feira, 21 de junho de 2016

As Ciladas existentes atrás da Assessoria de Imprensa quando confundida com Marketing!...

Que me perdoem os inúmeros amigos que possuo, jornalistas sérios, mas é impressionante a quantidade existente no mercado dos famosos assessores de imprensa que insistem em se passar por marqueteiros de plantão sem o serem de fato.

Vira e mexe me deparo com assessores de imprensa que utilizam aquele velho método das métricas da vaidade com empresários, visando unicamente cativar um novo cliente pelo ego existente ávido em aparecer.


Direcionam materiais em veículos de comunicação sem uma devida estratégia focada em resultados e pior não objetivando o fortalecimento da marca, do produto e serviços ofertados pela empresa do cliente, atuam com um conteúdo onde noventa por cento acaba girando em torno da imagem pessoal do empresário e não da linha de produtos e serviços.

O que aos olhos de grandes especialistas do Marketing,  é um erro fatal em se tratando de estratégias de conteúdo.

Vamos deixar claro que nas vertentes do marketing, existe à Comunicação Empresarial e uma de suas atividades é a chamada Assessoria de Imprensa onde seu principal objetivo é o fortalecimento da imagem de uma organização(sua marca), produto ou serviço através de informações destinadas a imprensa.

O profissional que trabalha com esta ferramenta é o Assessor de Imprensa, normalmente este profissional é um jornalista o qual desenvolve pautas sobre seu cliente-empresa, para que as notícias sobre o mesmo sejam divulgadas e apareçam em destaque nos meios de comunicação.

É importante destacar que o sucesso do conteúdo divulgado depende de sua eficiência e o press -release pode tanto virar notícia instantaneamente, como também não ter relevância imediata.

Mas um ponto precisa ser devidamente esclarecido para muitos empresários!

Uma assessoria de imprensa efetuada a uma empresa, deverá ter como premissa o fortalecimento de marca por intermédio do marketing de conteúdo onde seja utilizado conteúdo focado na empresa, em sua marca, linha de produtos e serviços oferecidos e nunca na imagem de seu proprietário.

Para melhor compreensão podemos destacar algumas das funções da assessoria de imprensa:


  • Manter relações confiáveis com os meios de comunicação, objetivando ser fonte de informação constante;
  • Informar sobre assuntos pertinentes aos meios, seja regional, nacional ou internacional, mantendo sempre a boa imagem do assessorado - empresa;
  • Instruir o cliente assessorado sobre as questões técnicas de como lidar com a imprensa em geral;
  • Desenvolver mecanismos de controle e mensuração de resultados, através de relatórios de menções sobre o assessorado ou pautas que foram divulgadas em meios de comunicação sobre o que foi enviado à mídia.

Resumidamente, o foco de uma assessoria de imprensa atualizada é a de integrar as novas tecnologias e estabelecer uma comunicação de mão-dupla com seu público potencial, estreitar relacionamento com formadores de opinião e pessoas que são influenciadores em seus círculos de amigos.

É fundamental entender que ASSESSORIA DE IMPRESSA NÂO É MARKETING, mas sim umas das ferramentas dele e jamais uma unica ferramenta sustenta o marketing de uma organização ou garante o sucesso de uma empresa ou linha de produtos.

Dentro de empresas de todos os portes é comum o trabalho de assessoria de imprensa estar subordinado ao departamento de marketing.

Isso se dá porque pressupõe-se que é esse o setor que melhor consegue abastecer de informações e conversar com a comunicação externa.

Um bom início é entendermos o real papel de cada uma das áreas, para depois avaliarmos como elas se relacionam. Afinal, um erro de estratégia pode gerar o famoso efeito dominó desencadeando muitos outros erros e se tornando um marketing negativo para o seu negócio.

Iniciando pelo marketing, entendemos que a função principal é a de uma análise de mercado que se atua ou se pretende atuar, estudar comportamentos do mercado que se atua, entender dinâmicas e conhecer e reconhecer o público alvo de uma empresa.

Após reunir os dados, é necessário transformá-los em informações, sendo importante lembrar que os profissionais de marketing devem trabalhar tanto com os dados disponíveis dentro da organização, quanto com os que podem ser coletados no ambiente externo.

Somente após estar de posse destas informações é que será possível alimentar o departamento comercial e desenvolver estratégias de vendas, publicidade, relacionamento, entre tantas outras.

A comunicação, elaborada por uma assessoria de imprensa tem como função coletar informações da empresa e verificar o impacto ou interesse público que elas podem exercer na sociedade, com isso gerando propagação de conteúdo.

Esse trabalho tem como objetivo agregar valor e reputação da empresa e não expô-la de modo negativo.

Importante ressaltar que os conteúdos informativos relativos à empresa, devem sempre vir da organização para a assessoria.

Reparem que em momento algum falamos aqui de propagar a imagem de algum diretor de empresa, mas sim da empresa como um todo.

Diante dessa explanação, quero salientar alguns erros comuns que muitas empresas grandes e pequenas, cometem ao pensar em atuar com marketing empresarial.



1. Acham que marketing é propaganda.

Esse é um erro básico, o qual ainda é cometido por muitas empresas, principalmente as pequenas que não conseguem diferenciar conceitos básicos de comunicação e acham que Marketing é igual a propaganda, quando na realidade, é uma ação que complementa a outra.

Para melhor compreensão de modo bem simples a diferença entre as duas vamos nortear um pouco melhor essa questão:

  • O marketing é um procedimento para projetar o antes, o durante e o depois do processo de vendas.

  • Enquanto que a propaganda é umas das maneiras de incitar o cliente a realizar a compra.
Repare a grande diferença existente entre uma ação e outra.
Resumidamente,  um complementa o outro e tem que ser assim para funcionar corretamente as duas ações.

2) A empresa não efetua planejamento.

O marketing, como já foi explicado anteriormente é um processo longo de implementação de procedimentos, os quais ajudam a planejar a venda, portanto deve ser tratado de maneira séria e com um planejamento bem definido no início do processo da divulgação de um produto.

Quando ele é realizado em cima da hora, sem plano ou planejamento, a campanha de marketing não vai conquistar nenhum possível cliente e vai ser um desperdício de dinheiro.

3) Os gestores não sabem contratar e delegar.

Para que a ação de marketing de um produto funcione da maneira adequada, um dos processos mais importantes é contratar as pessoas certas e saber delegar tarefas, pois o marketing é feito em equipe e não adianta centralizar as decisões em uma única pessoa.

4) Acabam focando em métricas de pura vaidade.


É lógico que você aparecer é ótimo, que é excelente um produto ser lançado na rede social e ter milhões de curtidas, de ter comentários em suas postagens, mas quando essas métricas não acompanham o foco principal, que é a venda da sua marca, do seu produto ou serviço, elas acabam sendo inúteis.

Ai cabe a pergunta.....

Do que adianta ter seu nome ou um produto comentado nas redes sociais, onde todo mundo o conheça, mas que ninguém sabe qual é sua marca de fato, seus produtos, serviços e não alavancar compra?

Nesse caso, seria melhor ser menos conhecido e ter mais vendas.

A propósito, você já viu o dono de alguma grande indústria ou rede varejista tendo sua imagem exposta em redes sociais ou na mídia?

Pense nisso então e mude essa estratégia deveras egocêntrica e errada!

5) Pensar apenas em ações de curto prazo.

A ação de marketing deve ser de longo prazo, pois o marketing é um compromisso de longa duração.

Por isso, fazer ações e campanhas de cinco dias, por exemplo, é um erro grave e não vai adiantar nada, o público não vai ter tempo hábil de se envolver com o produto.

6) Deixar na mão de familiares ou conhecidos.

O marketing não é uma brincadeira e deve ser levado a sério pelas empresas independente de seu porte, inclusive na hora de contratar o profissional que vai trabalhar nessa área.

Por isso, nada de deixar todo o plano de marketing do semestre inteiro, nas mãos do seu filho mais novo, sobrinho ou algum conhecido que se formou recentemente e que mal chegou a trabalhar na área.

Eles podem até ser bons, mas ainda não vão ter a maturidade suficiente para tocar um projeto de marketing de uma empresa inteira.

7) Achar que qualquer um pode fazer.


É a mesmo ponto do item anterior.

Não deixar qualquer um fazer o seu plano de marketing. O que pode parecer uma economia no começo pode gerar um grande prejuízo no futuro, como a queda nas vendas, falta de clientes e baixo lucro.

Por isso, é fundamental deixar a área de marketing da sua empresa com um profissional ou agência gabaritada para tal função.

8) Visualizar como custo, aquilo que é investimento.

O marketing jamais pode ser visto apenas como um custo, pois ele é a bem da verdade um investimento.

Logo, tire de seu conceito que você vai gastar dinheiro com marketing! 


Mude esta sua filosofia e pense que você está investindo em sua empresa visando gerar mais rentabilidade no futuro.

Gravem bem isso.....

“Marketing é uma estratégia empresarial dinâmica, quer dizer, são esforços planejados com vistas à mudança e preparados para enfrentar a mudança. É uma atividade chave para o futuro e a sobrevivência e qualquer organização.”

Marketing não é e nunca será sinônimo de vendas e propaganda, sendo que propaganda é uma das ferramentas do marketing para a divulgação de produtos e serviços, assim como vendas também é apenas uma dentre as diversas atividades que o marketing exerce.

“A organização de marketing terá de redefinir seu papel: em vez de administrar as interações com os clientes, deverá integrar todos os processos de interface com os clientes."(Philip Kotler)

Que aqueles que estão andando na contra dos fatos possam ter boas Reflexões sobre o tema abordado!!!....

Adélia Covre

domingo, 19 de junho de 2016

Marketing Sensorial – Porque utilizá-lo!


Estamos definitivamente na era dos sentidos!.....

Nesses novos tempos nossos hábitos de consumo tornou-se totalmente impulsionado por aquilo que sentimos ao ver um produto.


O novo modelo de marketing - O Marketing 3.0, trata os clientes não como meros clientes mas como os seres complexos e multifacetados e estes por sua vez estão escolhendo produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades de participação criatividade comunidade e idealismo.

É ai que entramos em contato com o marketing sensorial ao qual tem como objetivo solicitar nossos cinco sentidos.

Nós consumidores, inocentes e por vezes cegos diante das manobras realizadas pelos departamentos de marketing , que tudo fazem para sermos seduzidos à compra, mais especificamente ao prazer da compra, veremos como este universo sensorial e comercial funciona.

A visão e o tato fazem parte integral do marketing há muito tempo, só que agora o comércio se volta para o uso da audição, do odor e do sabor, nos pontos de venda e nas lojas como espaços ambientais.

Acreditem..... é o uso dos cinco sentidos, que se nomeia marketing sensorial.

Ele vem bem de encontro com os princípios do Marketing 3.0 batizado por Philip Kotler.

Odor, sabor, tato, audição.... as marcas querem nos fazer sentir de tudo um pouco !

Qual o objetivo?

Aumentar as qualidades de seus produtos é claro, mas vamos caminhar por este marketing poli sensorial que se dá no mercado como um todo, iniciando pelas vitrinas e adentrando pelas lojas, estamos expostos a todo tipo de sedução, além da visual.

O Marketing Sensorial é mais uma das maravilhosas estratégias de marketing que analisa o comportamento do cliente e suas emoções e visa criar um vínculo emocional entre o produto ou serviço e o consumidor, e para isso utiliza diferentes formas, um exemplo são em restaurantes os maravilhosos cheiros de diferentes tipos de alimentos que impulsionem o consumo, também nas grandes lojas nós facilmente encontramos o Marketing sensorial através de maravilhosas vitrines com os principais modelos e peças exclusivas que logo chamam a atenção do consumidor que passa em frente, além disso também se usa muito a sensação de bem estar para deixar o consumidor mais a vontade na hora de ir as compras, seja por um perfume que deixe o ambiente mais gostoso, como também por aparelhos como é o caso do ar condicionado, tudo é feito de uma forma a deixar o consumidor a esquecer certas preocupações para que ele se sinta a vontade e assim possa gastar mais.

O marketing sensorial trata justamente de como utilizar estes sentidos para alavancar as vendas, já é do conhecimento geral que esses sentidos nos levam a praticar diferentes ações que mudam de acordo com nossa maneira de agir e gostos pessoais, pensando desta maneira é que surge o Marketing sensorial que se utiliza dos diferentes sentidos para provocar emoções nos consumidores que impulsionem a compra.

Esta não é uma prática nova, e em diferentes tipos de lojas já está sendo usada a muito tempo e ganha cada vez mais adeptos e com inovações na área de acordo com o nicho da loja, as grandes lojas como por exemplo de venda de móveis deixam um ambiente bem propício a compra, já que costumam deixar seus produtos amostra para que os consumidores possam utilizar e até testá-los antes, algo que se não fosse oferecido com certeza as vendas cairiam ainda mais.

O ideal no Marketing sensorial é que o ambiente se mantenha propicio ao tema, utilizando sempre estes sentidos naturais para que o ambiente se torne agradável ao tema proposto.



Na construção de vitrinas a exemplo, sempre o emocional impera sobre o racional, pois as compras feitas a partir da sedução por uma vitrina, normalmente são dirigidas pela experiência da emoção e não da razão.

É justamente por isso que as vitrinas têm sido pensadas há muito tempo como construções sensíveis e que se utilizam de todos os sentidos hoje, principalmente do som e do odor, além do visual cenográfico.

O marketing sensorial vem complementar a construção da vitrina, carregando para dentro da loja a emoção como um todo e é por isso que o foco será este: o marketing em relação à imagem da vitrina. O marketing sensorial se relaciona às experiências vividas pelo consumidor com todos os sentidos: sensoriais, emocionais, cognitivas e comportamentais.


O ponto de vendas tornou-se um espaço de experiências, onde a compra vira uma consequência do resultado obtido através da experimentação de tudo que está disponível nesse espaço.

Buscar pela diferenciação diante da concorrência torna-se tarefa cada dia mais difícil diante dos inúmeros concorrentes e das diversas formas que as empresas possuem para anunciar seus produtos.

Logo, o marketing sensorial surge como uma opção para as empresas trabalharem na busca pelo posicionamento de suas marcas, onde possam ofertar mais valor e significado para o mercado, buscando uma aproximação maior entre marca e consumidor.

Reflita..... se uma vitrine é construída para criar um novo espaço com um clima especial, para seduzir o olhar do consumidor, então a loja deve passar pelo mesmo conceito, ou seja, quanto mais tempo ele ficar na loja, se sentir bem, for bem atendido, tenha a sensação de bem estar, estimulado inconscientemente por um cheiro, por uma música e uma ambientação agradável, mais razões ele tem para adquirir um ou vários produtos ou ainda a certeza de voltar.

É a sedução entrando em ação pelos sentidos!.....

“Vivemos a era da participação e da sociedade criativa. Para as empresas, isso significa estar mais próximas de seus clientes, trabalhando de maneira unida com eles, pois os consumidores ajudarão as corporações a criarem seus novos produtos e iniciativas de marketing. É o conceito da “co-criação”(Philip Kotler, professor emérito da cátedra S. C. Johnson de marketing internacional na Kellogg School of Management, considerado um dos “pais” do marketing moderno)

Vamos salientar que o Marketing 3.0 apresenta seus 10 credos e dentre eles estão:

  • Respeitar os concorrentes;
  • Ser sensível às mudanças e estar pronto para transformar;
  • Estar disponível e espalhar boas notícias, entre outros.
Em suma o Marketing 3.0 é, assim como Philip Kotler expõem claramente em seu livro sobre esse tema......... “Centrado no ser Humano.”

Logo, os profissionais de Marketing terão que estudar e principalmente entender a mente, o coração e sentimento do consumidor para garantir o sucesso do produto no mercado.

Empresários e lojistas fiquem atentos a essa nova era do Marketing se não quiserem perder espaço no mercado!

Um bom aprimoramento de estratégias a todos!.....

Adélia Covre

Os Segredos de um Layout inteligente para Marcenarias.

Todos nós sabemos que para ser possível obter vantagens competitivas em um negócio é preciso acima de tudo uma boa dose de ORGANIZAÇÂO!

Esta dose de organização diz respeito não somente a gestão financeira e gerenciamento de estoques e materiais, mas refere-se também ao bom layout de uma produção seja em uma indústria ou em uma marcenaria.

A racionalização de processos é ponto fundamental para que seja possível uma empresa, seja ela de qual tamanho for, obter vantagens competitivas e equalização de processos na industrialização.

Em sua grande maioria, os empresários desse setor de modo geral tem por hábito destinar a maioria de seus recursos primeiramente em aquisição de equipamentos e instalações físicas e não se atentam que grande parte dos custos de produção estão relacionados à materiais, pessoas e fluxo de trabalho.

A importância da distribuição física de uma empresa acaba sendo reforçada pelas consequências das decisões sempre mal fundamentadas e do custo efetivo de um re-projeto de layout.

Logo, o layout correto é essencial para a devida eficiência operacional de uma marcenaria ou indústria.

Com o mercado da atualidade em recessão, torna-se de grande importância uma empresa efetuar corretamente sua gestão financeira, comprar de maneira a não manter estoques desnecessários, evitar desperdícios, cumprir prazos de entrega e evitar retrabalhos, além de procurar diferenciar-se dos demais correntes.

No segmento, por exemplo, de móveis sob encomenda, existe uma multiplicidade de micros e pequenas marcenarias, cuja matéria prima básica é a madeira reconstituída trabalhada em conjunto com madeiras sólidas, onde seus equipamentos e suas instalações são em sua maioria deficientes sem contar o layout nada adequado a visar a facilidade em seus processos de fabricação.

Vamos ter claro antes de avançarmos neste importante assunto, que em geral os profissionais que atuam em marcenarias, estão expostos a diversos riscos para a sua integridade física e psicológica, existindo assim um elevado risco de acidentes, podendo levar ao afastamento do trabalhador por períodos de tempo consideráveis, o que, além de prejudicar o funcionário, implica em prejuízos para este tipo de empresa, em virtude de não haver mão de obra treinada para substituir o acidentado, ocasionando assim atrasos nos prazos de entrega dos produtos e ao afastamento de seus clientes.

Você deve estar se perguntando!

Como obter então o layout adequado?

O primeiro passo é ter claro qual é o estilo de móvel você  produz e qual o público que atende e pretende atender no futuro.

Para móveis produzidos em série, em indústrias de médio e grande porte, as máquinas fazem a maior parte do trabalho, assim a preocupação é maior com o fluxo das peças, para que não crie gargalo, ou seja, falte ou sobre peças para as próximas operações, como a colagem da fita de borda, furação ou corte.

Já no caso dos móveis sob medida, a preocupação maior é com o posicionamento das bancadas em relação às máquinas, pois os processos geralmente são executados pela mesma pessoa, exigindo um fluxo maior para a circulação entre as máquinas, que deve ser reduzida, evitando assim danos às peças e prejuízos não previstos.

Existem certos equipamentos em marcenarias que são indispensáveis e os equipamentos utilizados neste modelo de negocio também dependem do processo de fabricação.

Para uma marcenaria que trabalha exclusivamente com o MDF e MDP, o empresário poderá optar pela terceirização de alguns serviços como os de corte e colagem de bordos, fornecidos por algumas empresas como a Leo e a Placa Centro da Masisa.

Caso sua escolha seja pela compra de equipamentos, existem três máquinas estacionárias que poderão atender bem suas necessidades, são elas:

1. Serra Esquadrejadeira horizontal ou vertical ( Possuem diversos tamanhos de corte)

2. Coladeira de bordos manual ou automática;

3. Furadeira múltipla(Possui no mercado diversos tipos com variações de quantidade de madril e cabeçote).


Já para quem trabalha com outros tipos de madeira como o compensado ou a madeira maciça, poderá complementar a marcenaria com os seguintes equipamentos:

1. Desempenadeira

2. Lixadeira de cinta;

3. Ferramentas tais como:

4. Furadeira e Parafusadeira elétrica ou a bateria;

5. Serra tico tico;

6. Lixadeira orbital;

7. Tupia manual, entre outras.


Para atender a legislação vigente e evitar riscos aos funcionários profissionais, é importante você investir também em equipamentos de segurança e coletores de pó.

O exemplo abaixo é o mais comum para uma marcenaria, contudo eficaz em sua linguagem.


Para organizar todos esses equipamentos é importante observar o fluxo de trabalho em sua marcenaria.

Em galpões mais comuns as quais normalmente são retangulares, o mais indicado é que seja feito o corte do material no fundo do salão e que o móvel siga seu fluxo no sentido da porta ou expedição, pois desta forma será possível evitar interrupções no momento do carregamento para entregar o móvel, bem como, diminuir a movimentação destas peças dentro da marcenaria, minimizando a possibilidade de incidentes e retrabalho.

O espaço livre entre uma máquina e outra depende da interpretação de cada profissional, mas, o ideal, é que se tenha liberdade e segurança para trabalhar com as peças, tendo em mente que você trabalha com diversos tamanhos.

Tendo em vista que na maioria das marcenarias um dos principais pontos observados é a falta de organização dos recursos envolvidos na produção (homens, máquinas, ferramentas e informações), é indicado a implantação de um Programa 5S que é um conjunto de cinco conceitos simples (sensos) que, ao serem praticados, são capazes de modificar o humor, o ambiente de trabalho, a maneira de conduzir as atividades rotineiras e as atitudes.

Dentro das organizações, o programa tem como objetivo melhorar as condições de trabalho e criar o ambiente da qualidade de forma a proporcionar o trabalho em equipe, elevar a satisfação das pessoas em relação a seu trabalho e incentivar a melhoria contínua em nível pessoal e organizacional.

O conceito de 5S possui como base as cinco palavras japonesas cujas iniciais formam o nome do programa.

As palavras são Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke, que migradas para o Português foram traduzidas como “sensos”, visando não descaracterizar a nomenclatura do programa.

1. SEIRI – Senso de Utilização

Significa utilizar materiais, ferramentas, equipamentos, dados, etc. com equilíbrio e bom senso. Onde é realizado o descarte ou realocação de tudo aquilo considerado dispensável para realização das atividades.

Os resultados da aplicação do Senso de Utilização são imediatamente evidenciados e você obtem:
  • Ganho de espaço
  • Facilidade de limpeza e manutenção
  • Melhor controle dos estoques
  • Redução de custos
  • Preparação do ambiente para aplicação dos demais conceitos de 5S
2. SEITON – Senso de Organização.

O senso de organização pode ser interpretado como a importância de se ter todas as coisas disponíveis de maneira que possam ser acessadas e utilizadas imediatamente.

Para isto devem-se fixar padrões e utilizar algumas ferramentas bem simples como painéis, etiquetas, estantes, etc.

Tudo deve estar bem próximo do local de uso e cada objeto deve ter seu local específico.

Os resultados de sua aplicação são:
  • Economia de tempo;
  • Facilidade na localização das ferramentas;
  • Redução de pontos inseguros.
3. SEISO – Senso de Limpeza.

A tradução para a palavra Seiketsu é limpeza.

Este senso define a importância de eliminar a sujeira, resíduos ou mesmo objetos estranhos ou desnecessários ao ambiente de trabalho.

Trata-se de manter a limpeza do piso, armários, gavetas, estantes, dentre outros.

Este senso de limpeza pode ir além do aspecto físico, abrangendo também o relacionamento pessoal onde se preserva um ambiente de trabalho onde impere a transparência, honestidade, franqueza e o respeito.

A aplicação do senso de limpeza traz como resultado:
  • Ambiente saudável e agradável;
  • Redução da possibilidade de acidentes;
  • Melhor conservação de ferramentas e equipamentos;
  • Melhoria no relacionamento interpessoal.
4. SEIKETSU – Senso de Padronização e Saúde.

O senso de padronização é traduzido na fixação de padrões de cores, formas, iluminação, localização, placas, dentre outros.

Como abrange também o conceito de saúde, é importante que sejam verificados o estado dos banheiros, refeitórios, salas de trabalho, etc. afim de que sejam identificados problemas que afetam a saúde dos colaboradores como os problemas ergonômicos, de iluminação, ventilação, etc.

Este senso tem como principal finalidade manter os 3 primeiros S’ (seleção, ordenação e limpeza) de forma que eles não se percam.

Podem-se evidenciar como principais resultados da aplicação deste conceito:
  • Facilidade de localização e identificação dos objetos e ferramentas;
  • Equilíbrio físico e mental;
  • Melhoria de áreas comuns (banheiros, refeitórios, etc);
  • Melhoria nas condições de segurança.
5. SHITSUKE – Senso de Disciplina ou Autodisciplina.

A última etapa do programa 5S é definida pelo cumprimento e comprometimento pessoal para com as etapas anteriores. Este senso é composto pelos padrões éticos e morais de cada indivíduo. Esta etapa estará sendo de fato executada quando os indivíduos passam a fazer o que precisa ser feito mesmo quando não há a vigilância geralmente feita pela chefia ou quando estendem estes conceitos para a vida pessoal demonstrando seu total envolvimento. Diante de um ambiente auto disciplinado a cerca dos princípios 5S é possível que se tenha:
  • Melhor qualidade, produtividade e segurança no trabalho;
  • Trabalho diário agradável;
  • Melhoria nas relações humanas;
  • Valorização do ser humano;
  • Cumprimento dos procedimentos operacionais e administrativos.
Obviamente que aconselho que tão implantação seja orientada por pessoa capacitada e assim ser eficaz a implantação visando trazer os resultados e gerenciamento do programa esperados.

O SEBRAE dispõem de gente treinada para isso e pode ajudá-lo caso não queira contratar um consultor independente.

Quero ressaltar aqui que cada caso é um caso e em se tratando de layout é importante que seja estudado seu fluxo produtivo de acordo com a linha de produtos as quais são produzidos em sua marcenaria.

"Gerenciamento é substituir músculos por pensamentos, folclore e superstição por conhecimento, e força por cooperação." (Peter Drucker)

Um excelente início de semana a todos!

Adélia Covre

terça-feira, 10 de maio de 2016

Marketing de Conteúdo e sua Importância no Contexto do Mercado de Hoje no Setor Moveleiro!!!....

Em uma era onde as pessoas estão cada vez mais conectadas e bem informadas, as decisões de compra são cada vez mais fundamentadas no estabelecimento de uma relação de confiança e credibilidade, as quais vão além das promessas de uma marca e da relação emocional existente e disseminada pelo marketing 3.0.

Por essa afirmação, já deu para entender que é primordial para as empresas que querem se destacar no mercado começarem a nortear seus negócios por intermédio desses parâmetros e dessa modalidade de marketing.

Claro que no setor moveleiro, até mesmo pelo conservadorismo tanto existente, há gestores que não acreditam ou mesmo desconhecem os reais benefícios do Content Marketing ou Marketing de conteúdo, como é conhecido aqui no Brasil, para a geração de leads e crescimento dos negócios de suas empresas.

Obviamente que para uma empresa que quer tirar proveito do famoso Content Marketing, é importante ter em mente que é primordial fornecer informações úteis que facilitem o processo de escolha do consumidor quando o mesmo acessar seu site.

Dessa forma, fica nítida a importância desta modalidade de Marketing no cenário ao qual vivemos hoje, que é o um dos principais meios para que as marcas estejam bem posicionadas na Web e consequentemente no mercado.


Quem pretende tirar proveito dessa onda que deve permanecer em ascensão ao menos até 2020 segundo especialistas, terá primeiramente que entender que para obter resultado positivo é necessário seguir um dos aspectos essenciais e que em sua maioria no setor industrial moveleiro é ignorado com relação a essa modalidade de Marketing.

Mediante ao exposto ate aqui peço aos empresários do setor moveleiro em geral que prestem atenção nisso:

“O marketing de conteúdo deve se basear em uma estratégia organizada e estruturada para gerar resultados.”( Recomendação de especialistas de marketing de conteúdo)

Ok, você ainda não entendeu bem como isso tem e deve ser processado?

Então vamos procurar aprofundar um pouco mais e entender que para atingir um resultado exemplar com essa modalidade de marketing é preciso seguir três passos fundamentais:

O Primeiro fundamento é efetuar o Planejamento.

Como em qualquer negocio o planejamento é a base para que algo a ser feito possa dar certo.

Mediante esse fato, antes de iniciar a criação do conteúdo ao qual depois quero falar sobre ele mais explicitamente, é de extrema importância entender como esse conteúdo será usado, qual será o seu objetivo e quais serão os indicadores de sucesso.

Com relação à etapa desse planejamento, tenha claro que é preciso definir bem todos esses aspectos para que sua empresa tenha bons resultados e para ser posteriormente possivel mensurá-los.

O segundo fundamento é a Execução.

Mediante o planejamento pronto e definido, é preciso de fato dar inicio ao processo.

Durante a execução da estratégia de Marketing de Conteúdo, é fator muito importante não perder o foco do que foi definido na primeira etapa que é a do planejamento, alem de manter a continuidade da geração e distribuição do conteúdo.

O terceiro fundamento é a Mensuração.

Várias são as métricas que podem ser seguidas para a criação de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, mas aqui é preciso ser evitado querer sair medindo tudo que vier a mente. Controle a ansiedade e procure focar somente em métricas essenciais de fato, ou seja, nos indicadores chave de performance ou KPIs como são conhecidos pelo pessoal de TI.

Estas informações são fundamentais e suficientes para que seja possível acompanhar o desempenho do site ou blog da sua empresa.

A titulo de conhecimento de todos, é um dado que andei lendo em que uma pesquisa realizada empresa Chitika – Online Advertising Network (Uma agencia nos USA) detectou o seguinte dado:

- Primeiro que 90% das compras hoje começam no Google.

- Segundo que em 30 segundos ou menos, é decido se a página encontrada merece um pouco mais da atenção de quem a esta acessando.

- Terceiro, que sites na primeira posição da busca do Google recebem, respectivamente, 32,5%, dos cliques. Já os da segunda posição recebem 17,6% e os da terceira 11,4%.

-Por fim que, 91,5% dos internautas não passaram para 2ª página e 86% deles preferem resultados orgânicos, ou seja, aqueles resultados mostrados pelos mecanismos de busca no qual não há referência a links patrocinados.

Tomando como parâmetro esses dados, é possível chegarmos à conclusão que é de suma importância nos dias atuais, que o conteúdo de um veículo de marketing de conteúdo possua impreterivelmente os 5 itens a seguir:

  • Qualidade em seu conteúdo;
  • Fornecimento de informações relevantes (dicas, curiosidades e novidades);
  • Criação de vínculo com usuário;
  • Mostrar-se Inovador;
  • Precisa fornecer um espaço que permita a conexão com os clientes sejam eles atuais ou futuros.
Nestes novos tempos, esse tipo de modalidade de marketing, ultrapassa essa forma provinciana de simplesmente ser escrito um texto e o mesmo ser colocado em seu site de qualquer jeito, sem um real embasamento.

Para aqueles cujo conservadorismo os impede de acompanhar a evolução dos fatos, procure tirar a venda de seus olhos. Afinal em virtude das grandes transformações digitais surgidas nos últimos anos, o marketing de consumo passou a ser realizado não somente por sites e blogs mas também por meio de plataformas variadas.

Esses conteúdos são distribuídos pela rede em forma não somente através de textos para blogs, mas sim por vídeos, podcasts, ebooks, posts de redes sociais, entre muitos outros formatos.

Estejam certos que para potencializar uma mensagem por qualquer uma dessas plataformas, sua empresa precisa fortalecer a imagem e em um plano de marketing de conteúdo, o controle dessa imagem fica por conta da empresa, já que é estabelecido um canal direto com o consumidor. 


O conteúdo gera e alimenta um ativo próprio, posicionando a marca como autoridade no segmento,e o melhor disso é que os resultados do conteúdo duram por muito mais tempo, assim como a relevância da marca para o consumidor.

"Ter pessoas clicando e saindo do seu site é apenas perda de tempo. Ter alguém novo em seu mailing é o que realmente aumenta a conversão."(Brian Clark)

As empresas que constroem relações mais próximas e com transparência, ganham prioridade de compra.

Quer saber o que o marketing de conteúdo ajuda uma empresa a fazer? 

Simples!

Ele aproxima uma marca do consumidor potêncial por meio de uma relação de confiança. 

Nessa relação de troca, sua empresa fornece conteúdo relevante sobre seu segmento e tudo o que estiver relacionado a ele e os consumidores fornecerão seu tempo e contato em troca.


Empresários, repensem suas estratégias de Marketing com carinho!

Adelia Covre

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O que Esperar do Mobiliário do Futuro!

É impossível negar que nestes novos tempos o conceito que ordena o futuro de consumo da sociedade contemporânea é a funcionalidade.

Algo absolutamente inegável diante de tantas mudanças ocorridas nesta nova era.

Venho em muitos posts, batendo incessantemente na tecla sobre a necessidade imediata das indústrias de mobiliário, principalmente as seriadas, romperem definitivamente com velhos conceitos visando adaptarem-se para essa nova realidade que despontada diante de nossos olhos e estilo de vida.

Este mobiliário do futuro deverá ter como premissa se transformar para ocupar cada vez menos espaço em um ambiente.

Deverá também, agregar tecnologia para atender esse publico da atualidade que esta cada vez mais, atrelado as inovações tecnológicas oferecidas.

Esta tendência aplicada ao mobiliário com dimensões compactas regerá a concepção de produtos para atender o estilo de vida das pessoas nas diversas camadas sociais e faixas de idade da sociedade daqui para frente e será inevitável atuar na direção contrária dos fatos.

Esse design minimalista, que é regido pelo princípio do “menos é mais“, nada mais é que um jeito de pensar essencialmente visando a otimização de espaços. 

Algo que o mercado vem sinalizando a tempos, mas que a indústria moveleira ainda caminha a passos lentos.

O movimento minimalista marcou profundamente a base criativa dos artistas do século XX, cresceu, especialmente, na década de 1960 nos Estados Unidos e foi influenciado especificamente pelo movimento artístico De Stijl, que em Português significa "O Estilo", que foi um movimento artístico ao qual ocorreu na Holanda, entre os anos de 1917 e 1930 incluindo pintores, escultores, arquitetos e designers.

Tal movimento tinha como base a simplicidade e a abstração, reduzindo projetos apenas à sua forma essencial e também cor e aderia apenas linhas horizontais e verticais, formas retangulares e circulares, valores primários do branco, preto e cinza e as cores primárias azul, vermelho e amarelo.

Além disso, os elementos não se interceptam, permitindo que cada um deles seja independente e não recobertos por outros elementos.

Logo, não precisamos de muito esforço de imaginação para entendermos como o movimento De Stijl influenciou o design minimalista.

Alem do De Stijl, é preciso citar aqui a influencia do arquiteto Ludwig Mies Van Der Rohe, um arquiteto alemão que é considerado um dos pioneiros da arquitetura moderna.

Para quem não sabe, foi o estilo de seus projetos o responsável pelas bases do design minimalista.

Dentre seus projetos estão: Edifícios como o Crown Hall, em Chicago e Seagram Building, em Nova York.

Como ultima influencia do conceito do design minimalista, temos ainda o design tradicional japonês, com seu estilo simplista e versátil.

A própria cultura japonesa por ser uma cultura simplista, sempre pregou adicionar apenas o que é necessário e retirar o excesso

A ideia de limitar qualquer coisa à sua essência ganhou adeptos em diversas áreas e foi muito bem empregado em artes visuais, no capo do design e em muitas outras áreas.

Na arquitetura, os profissionais da área se renderam a essa nova maneira de criar e perceberam as inúmeras vantagens deste conceito nesta nova era.

O minimalismo é uma tendência de design que mesmo tendo seu inicio no século 20, continua até hoje e vem ganhando maior destaque nesta nova era a qual enfatiza a facilidade de uso e defende a simplicidade e clareza em sua linguagem aliado a toda essa revolução tecnológica ocorrida em maior velocidade neste século e a visão sustentável tão necessária ao planeta.

Essa tendência minimalista deverá ser empregada ais fortemente daqui para frente inclusive em móveis inteligentes com esse novo cenário comportamental.

Outra forte tendência da atualidade e mais voltada ao tema da sustentabilidade e a natureza integrando ambientes, é o mobiliário rústico que vem ganhando cada vez mais adeptos nessa nova linguagem do morar bem.

Isso quer dizer que os veios aparentes de madeira e bem marcados os que passem naturalidade, passam a ser ponto positivo a dar mais valor e requinte ao móvel. 

Todos os motivos que lembrem a natureza passam a inspirar a decoração em todos os detalhes.

É a natureza fazendo parte da casa nesta era de mudanças.

Resta saber se as indústrias moveleiras da atualidade no Brasil, terão competência para realizarem esse feito, uma vez que em sua maioria, a resistência ao novo é algo forte e sua cultura e a falta de profissionalismo ainda existente em sua grande maioria, aliado a falta de visão estratégica e investimentos em material humano que lhes permitam eficiência e qualidade tão necessárias, é algo longe de virar realidade.

Um setor que possui forte o hábito da copia, requer muitas mudanças comportamentais ainda para conseguir chegar a trabalhar dentro dessa realidade apontada.

Efetivamente será preciso abortar a péssima mania que empresários do setor moveleiro possuem de visitar feiras internacionais havidos em copiar e pararem de atuar com as informações abtidas de forma extremamente amadora como o fazem ainda no momento atual.

“A inovação sempre significa um risco. Mas ir ao supermercado de carro para comprar pão também é arriscado. Qualquer atividade econômica é de alto risco e não inovar é muito mais arriscado do que construir o futuro.” (Peter Drucker)

Com a realização do Salone del Mobile Milano 2016 esta semana, teremos grandes novidades para nos inspirar e constatarmos a realidade dos fatos neste universo contemporâneo.

Uma boa semana a todos, pesquisem e reavaliem!

Adelia Covre






sexta-feira, 25 de março de 2016

Smart Furniture – Um Conceito que veio para mudar definitivamente o velho conservadorismo!

www.weburbanist.com
O design de móveis na indústria moveleira aqui em nosso país, sempre foi extremamente preso a um conceito de estética oriundos de meados de um século ligado ao modernismo, este observado pelo mundo, através de uma mentalidade ligada a Revolução Industrial de manipulação de material pura e simplesmente.

Quando são utilizadas novas roupagens é o mesmo que fazer as mesmas velhas coisas, usando talvez um pouco mais de textura, ou mais lisos,  ou ainda com um perfil diferente, talvez um pouco mais baratos, mas são sempre as mesmas velhas coisas.

Diante de tantos novos conceitos surgindo no mercado, o Smart Furniture vem sendo um conceito que muita gente ainda não se deu conta integralmente de suas métricas e o quanto ele se apresenta vindo de encontro às nuances da visão do marketing desta nova era, o 3.0.

Vamos deixar claro que este conceito baseia-se na premissa do Mobiliário inteligente, um "Design espirituoso e inteligente”, ao qual cuida de seres humanos e naturalmente os conecta a essa imensa revolução tecnologia.

É um tipo de mobiliário que parte do principio do processamento de informações sobre o seu ambiente, seus usuários e outros dispositivos visando ser mais funcional e oferecer múltiplas funções, alem de causar emoções e ser elegante para seus usuários.

Clareando ainda mais as mentes, é um tipo de mobiliário que se adapta aos nossos desejos, hábitos e corpos, que faz com que a nossa experiência de mundo seja mais confortável, por isso é melhor do que a mobília tradicional que não causa reação alguma aos nossos sentidos.


www.engadget.com
O mobiliário inteligente pode fazer isso melhor do que os móveis convencionais, portanto, torna-se sem duvida mais atrativo.

Todo e qualquer Mobiliário deverá tornar-se mais inteligente nesse nova era.

Como nossas vidas mudam em alta velocidade, torna-se obvio que as ferramentas utilizadas em nossa vida mudem com a mesma velocidade.

Afinal, nosso mundo esta cada vez mais flexível, diversificado e rico de informações do que em eras anteriores.

Por mais que muitas pessoas, não tenham claramente em suas mentes, o mobiliário em uma casa, é o que define nosso ambiente de vida e é a principal ferramenta que pode reduzir a complexidade de nossas vidas, mas é quase nunca usado para isso.

A isso podemos chamar de interatividade com o que se usa, onde seja possível provocar sentimentos, emoções, algo que este novo conceito de marketing e esses novos tempos nos mostram claramente.

Além disso, um projeto espirituoso e inteligente pensa mais sobre a sustentabilidade ambiental e esse ponto é de extrema relevância e pouco explorado em nosso país.

Inúmeras pessoas estão atualmente animadas sobre a idéia da concepção do design inteligente, talvez pela sagacidade e inteligência do design intensamente centrado no ser humano e é justamente o que atrai as pessoas de um modo geral.

Como ferramentas, os projetos dos móveis atuais usam pouco das informações disponíveis para eles.


www.godownsize.com
O Smart Furniture é o conceito pioneiro do Design por Demanda ao qual combina tecnologias de visualização baseados na web e personalização em massa para fornecer aos clientes produtos de mobiliário personalizado que são exclusivamente adequados às necessidades de cada cliente e tecnologias inovadoras preferenciais.

Através dele, tomando como exemplo sua nova aplicação, o Smart Space que em nossa língua significa espaço Inteligente, habilita os clientes a verem como o seu mobiliário personalizado ficará no contexto de seus próprios espaços de forma rápida e facilitada.

Conhecido em toda a indústria por sua tecnologia inovadora e benefícios quanto ao atendimento do cliente, o Smart Space em conjunto com o Smart Furniture vem ganhando elogios de toda a indústria mundial  também pelo auxilio do crescimento das vendas de forma drástica.

Independentemente da sua definição de design, podemos dizer que quase todos concordam com o design inteligente quando se depara com produtos desenvolvidos dentro desse conceito.

O Design Inteligente descreve nada mais nada menos que usar a criatividade para fazer algo melhor do que era feito antes. Ele aplica-se a diversas indústrias, iniciando pela automobilística e percorrendo a de eletrodomésticos, arquitetura, moda, telefonia, mobiliário e continua a se estender para muitas outras áreas.


Se aplicarmos em sua definição de inteligente o termo espirituoso, obteremos um design inteligente e esperto e a exemplo, basta olharmos para o mundo do design automotivo como forma de inspiração, especialmente os avanços que estão sendo feitos na tentativa de criar carros esportivos híbridos.

Podemos observar neste caso a combinação do estilo emocionante com tecnologia inteligente. 


Isso é despertar os sentidos!

O processamento de informações tem permeado todos nós e em todos os aspectos de nossas vidas e isso vai culminar no mobiliário para o mercado de massa.

Algo será inevitável com relação aos Móveis em geral, eles passarão a ser inteligentes, eles entrarão com tudo no mercado mundial.

A questão que é preciso aqui questionar é quando irá de fato acontecer, de que forma irá acontecer e quais as indústrias moveleiras que comungarão desse conceito em definitivo.

Uma coisa é certa, ter Mobiliário inteligente é melhor do que ter mobiliário ter o convencional se analisado pelo lado dos sentidos.

Se alguma coisa pode fazer o seu objeto de desejo ser de forma mais elegante, eficiente, e inteligente, você não vai querer?

Quer outra razão para projetarmos coisas novas? 

www.core77.com

Pois bem, o mobiliário inteligente tem a capacidade de reduzir a complexidade e aumentar o conforto de nossas vidas diárias usando informações que temos disponíveis nesse mundo tão tecnológico.

As pessoas irão preferir mobiliário inteligente ao invés dos móveis convencionais, tenham certeza pois um mobiliário inteligente, apresenta a possibilidade de construção de mais utilidades ligadas a funcionalidade e mais possibilidades estéticas do que móveis regulares.

Se o mobiliário inteligente pode satisfazer as necessidades imediatas das pessoas melhor do que os móveis convencionais, o mercado não responderia favoravelmente?

É por isso que no mercado externo compram-se Ikea em massa. Porque sua proposta é inteligente!

Como os estilos de vida, estilos de trabalho e locais de trabalho mudam, assim também as ferramentas com as quais vivemos e a mudança de trabalho e móveis se adaptam a tais mudanças.

A cama Murphy a exemplo, foi uma solução tecnológica elegante para um problema social que era a questão dos pequenos apartamentos criados pela rápida urbanização no início do século 20 nos USA e Europa. 

O mobiliário inteligente irá fazer parte do movimento em direção a ambientes de trabalho e de vida mais flexíveis aos quais já estão em curso e como coevoluir com os novos ambientes sem alterar também os nossos conceitos relacionados a eles?

O mobiliário inteligente deverá abraçar informações como móveis convencionais abraçaram a fabricação.

Uma das idéias fundamentais por trás desse modernismo será deixar os materiais orientarem a concepção, para maximizar as possibilidades inerentes à tecnologia, é ai que entra a concepção do Smart Materials, materiais inteligentes que lembrando a todos, 
são materiais concebidos que têm uma ou mais propriedades que podem ser significativamente alteradas de uma forma controlada por estímulos externos ou seja, comportamento inteligente que ocorre quando um material pode sentir algum estímulo do seu ambiente e reagir a ele de uma forma útil, confiável, reprodutível e geralmente reversíveis.

Steve Jobs com sua ousadia na Apple, nos provou a anos atras que a criação de produtos inteligentes é algo que funciona e muito bem.


É hora do mobiliário aderir a essa tendência de maneira efetiva.

Que venham as novas formas mais criativas e ousadas de criar!

Excelente Páscoa a todos!

Adélia Covre

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