Com um mercado cada vez mais conturbado e competitivo, sofremos diariamente verdadeiros bombardeios de novas informações e avanços tecnológicos.
Para aqueles cuja postura ainda é conservadora e evitam a todo custo mudar conceitos e despertar para essa nova realidade, ai vai um recado:
Acorde antes que seja tarde demais, pois estamos diante de uma era em que mais que experiências adquiridas ao logo de nossas carreiras profissionais, precisamos extrair de nós mesmos algo muito maior que todo o conhecimento adquirido.
É preciso nesta nova era aliar conhecimento, experiência , versatilidade e acima de tudo, aderir a uma nova postura mais comprometida com resultados e para poder ser alcançado isso, algo fundamental para esse nova era do conhecimento, precisaremos desenvolver a........A CULTURA DA COMPETÊNCIA EM NÓS MESMOS E NAS EMPRESAS!
“Trabalhadores do conhecimento são fisicamente capazes de trabalhar até uma idade avançada, e muito além de qualquer idade convencionalmente definida como adequada para se aposentar.”(Peter Drucker)
Nesta era do conhecimento, onde os valores se transformam a cada minuto, em que novas tecnologias nos são apresentadas em um ritmo alem de nossas capacidades de absorção imediata, onde as relações humanas são baseadas na tecnologia e as regras do conservadorismo estão sendo banidas do mundo, precisamos nos atentar ao fato que todas essas mutações estão exigindo de todos nós o desenvolvimento de atributos de competência nunca antes tão necessários em era alguma no passado.
Estes novos tempos, cobram de todos nós profissionais, a conciliação das exigências de flexibilização do trabalho com as exigências associadas à competitividade das empresas e às mutações ocorridas no seio da organização do trabalho, num contexto de sociedade de Informação cada dia mais globalizada.
As empresas estão sendo cobradas por este novo universo apresentado, a praticarem conceitos de gestão em suas mais diferentes modalidades e dentre elas a bola da vez vem sendo a prática da gestão por competência.
É fundamental neste agora ter desenvolvidas habilidades que gerem competência para lidar com todas essas mudanças aceleradas aos quais assolam o mundo contemporâneo.
Para um setor que nunca se preocupou com métricas e praticas de gestão, como é o caso da indústria moveleira, com certeza este será mais um desafio a ser digerido pelos gestores destas indústrias.
A Gestão por Competências, é um processo que conduz os colaboradores de uma empresa para atingirem as metas e os objetivos de uma organização através de suas competências técnicas e comportamentais.
Além disso, visa à aproximação de seus colaboradores, aplicando meios para o seu desenvolvimento no trabalho e um desempenho eficiente.
Para os profissionais, a gestão por competência surge para possibilitar o foco nos esforços visando a obtenção de resultados, através do saber fazer, saber agir, proporcionando ainda uma postura de busca constante pelo conhecimento, pelo desenvolvimento de habilidades, isso quer dizer, que a busca incessante pela qualificação do indivíduo para exercer suas funções dentro de uma empresa será algo fundamental daqui para frente.
Para um universo como o moveleiro, onde o conservadorismo sempre gritou mais alto. É fundamental daqui para frente, esse setor entender que a simples aquisição de tecnologias, como foi o caso até o presente momento, não é suficiente para garantir a estas empresas vantagem competitiva alguma. Afinal todos foram ate agora nesta mesma direção e não obtiveram grandes vantagens entre si.
Diante desse imenso despertar da consciência para essa nova era, o consumidor de hoje faz de sua residência um verdadeiro laboratório para sua vida. Cada um com suas características individuais, sejam elas visuais, sensitivas e experienciais e neste caso é preciso enfatizar os conceitos do marketing 3.0 apresentado por Philip Kotler ao mundo.
É necessário agora que as indústrias aprendam a envolver diversas sensações e necessidades e compartilhá-las em um projeto único e especial para o consumidor desta nova era!
Se este consumidor não tem, ele vai dar um jeito e adaptar, se o que ele quer não existe, esteja certo que ele vai criar, e saiba que ele fará tudo do tamanho do seu bolso e de sua necessidade podem acreditar.
As mudanças de hábitos e comportamento marcam essa era do conhecimento. Cada vez mais, os consumidores querem mais por menos, onde esse menos tem que ser mais. O que os faz não aceitarem mais o pouco que ate hoje foi oferecido.
Esse novo tipo de consumidor, busca fazer parte da criação do projeto do produto, onde com isso deixam de lado sua posição de meros expectadores, para serem agora os verdadeiros protagonistas da criação.
Empresários, gravem este pensamento do Mestre Peter Drucker:
“OS TRABALHADORES DO CONHECIMENTO POSSUEM MUITO MAIS LIBERDADE DO QUE OS TRABALHADORES DE ANTIGAMENTE PORQUE CONTROLAM O PATRIMÔNIO PRODUTIVO MAIS IMPORTANTE NA SOCIEDADE MODERNA: SUA INTELIGÊNCIA.”
Nesta era do conhecimento, onde os valores se transformam a cada minuto, em que novas tecnologias nos são apresentadas em um ritmo alem de nossas capacidades de absorção imediata, onde as relações humanas são baseadas na tecnologia e as regras do conservadorismo estão sendo banidas do mundo, precisamos nos atentar ao fato que todas essas mutações estão exigindo de todos nós o desenvolvimento de atributos de competência nunca antes tão necessários em era alguma no passado.
Estes novos tempos, cobram de todos nós profissionais, a conciliação das exigências de flexibilização do trabalho com as exigências associadas à competitividade das empresas e às mutações ocorridas no seio da organização do trabalho, num contexto de sociedade de Informação cada dia mais globalizada.
As empresas estão sendo cobradas por este novo universo apresentado, a praticarem conceitos de gestão em suas mais diferentes modalidades e dentre elas a bola da vez vem sendo a prática da gestão por competência.
É fundamental neste agora ter desenvolvidas habilidades que gerem competência para lidar com todas essas mudanças aceleradas aos quais assolam o mundo contemporâneo.
Para um setor que nunca se preocupou com métricas e praticas de gestão, como é o caso da indústria moveleira, com certeza este será mais um desafio a ser digerido pelos gestores destas indústrias.
A Gestão por Competências, é um processo que conduz os colaboradores de uma empresa para atingirem as metas e os objetivos de uma organização através de suas competências técnicas e comportamentais.
Além disso, visa à aproximação de seus colaboradores, aplicando meios para o seu desenvolvimento no trabalho e um desempenho eficiente.
Para os profissionais, a gestão por competência surge para possibilitar o foco nos esforços visando a obtenção de resultados, através do saber fazer, saber agir, proporcionando ainda uma postura de busca constante pelo conhecimento, pelo desenvolvimento de habilidades, isso quer dizer, que a busca incessante pela qualificação do indivíduo para exercer suas funções dentro de uma empresa será algo fundamental daqui para frente.
Para um universo como o moveleiro, onde o conservadorismo sempre gritou mais alto. É fundamental daqui para frente, esse setor entender que a simples aquisição de tecnologias, como foi o caso até o presente momento, não é suficiente para garantir a estas empresas vantagem competitiva alguma. Afinal todos foram ate agora nesta mesma direção e não obtiveram grandes vantagens entre si.
O processo de geração de inovação contempla um horizonte muito mais amplo, onde envolve difusão, absorção e aperfeiçoamento de tecnologias para a aplicação na atividade produtiva.
Mas nada disso é possível sem que haja o incentivo ao desenvolvimento de competências diante de um universo cada vez mais exigente e antenado a tudo que vem acontecendo no mundo.
Se tomarmos como parâmetro os últimos 10 anos quanta coisa já mudou!
Tivemos mudanças políticas, sócio-econômicas, tecnológicas, de conceitos, de paradigmas, de comportamento e para podermos obter eficiência na absorção dessas mudanças e no uso dessas novas tecnologias, sejam elas de produtos, processos ou gestão, precisamos compreender que tudo isso está diretamente relacionado à competitividade das empresas, das cadeias produtivas.
O novo paradigma competitivo da chamada “ECONOMIA DO CONHECIMENTO”, evidencia a necessidade das empresas deterem elevada capacidade de aprendizado, de competências, para que o conhecimento codificado e amplamente difundido pelo uso de tecnologias de informação e tantas outras, sejam aplicadas ao processo produtivo nesta nova era.
“A típica empresa (do futuro) será baseada no conhecimento, uma organização composta essencialmente por especialistas que dirigem e disciplinam seu próprio desempenho de acordo com o feedback de colegas, clientes e do comando. Por isso, será o que eu chamo de organização baseada na informação”.( Peter Drucker)
Nesta era revolucionária, já se fala até mesmo na indústria 4.0, que é um projeto no âmbito da estratégia de alta tecnologia onde tem seu inicio na Alemanha. Ela promove a informatização da Manufatura. O objetivo é chegar à fábrica inteligente ou Smart Manufacturing, como é mais conhecida lá fora.
O Smart Manufacturing, caracteriza-se pela capacidade de adaptação, da eficiência dos recursos e da ergonomia, bem como a integração de clientes e parceiros de negócios em processos de negócios e de valores.
Sua base tecnológica é composta por sistemas físicos, cibernéticos e a Internet das Coisas que é um conceito criado para a revolução tecnológica dos itens interconectados. Todos aqueles itens usados no dia a dia que estão imersos na rede mundial de computadores.
Para termos uma idéia desta dimensão, muitos especialistas desta área, acreditam que a Indústria 4.0 ou a quarta revolução industrial, como já a chamam, poderá ser realizada dentro de uma década.
O novo conceito de mercado pede agilidade no desenvolvimento de competências e ações, tenham certeza disso!
“Para ser eficaz, o trabalhador do conhecimento deve em primeiro lugar, fazer as coisas certas acontecerem.””(Peter Drucker)
Mas nada disso é possível sem que haja o incentivo ao desenvolvimento de competências diante de um universo cada vez mais exigente e antenado a tudo que vem acontecendo no mundo.
Se tomarmos como parâmetro os últimos 10 anos quanta coisa já mudou!
Tivemos mudanças políticas, sócio-econômicas, tecnológicas, de conceitos, de paradigmas, de comportamento e para podermos obter eficiência na absorção dessas mudanças e no uso dessas novas tecnologias, sejam elas de produtos, processos ou gestão, precisamos compreender que tudo isso está diretamente relacionado à competitividade das empresas, das cadeias produtivas.
O novo paradigma competitivo da chamada “ECONOMIA DO CONHECIMENTO”, evidencia a necessidade das empresas deterem elevada capacidade de aprendizado, de competências, para que o conhecimento codificado e amplamente difundido pelo uso de tecnologias de informação e tantas outras, sejam aplicadas ao processo produtivo nesta nova era.
“A típica empresa (do futuro) será baseada no conhecimento, uma organização composta essencialmente por especialistas que dirigem e disciplinam seu próprio desempenho de acordo com o feedback de colegas, clientes e do comando. Por isso, será o que eu chamo de organização baseada na informação”.( Peter Drucker)
Nesta era revolucionária, já se fala até mesmo na indústria 4.0, que é um projeto no âmbito da estratégia de alta tecnologia onde tem seu inicio na Alemanha. Ela promove a informatização da Manufatura. O objetivo é chegar à fábrica inteligente ou Smart Manufacturing, como é mais conhecida lá fora.
O Smart Manufacturing, caracteriza-se pela capacidade de adaptação, da eficiência dos recursos e da ergonomia, bem como a integração de clientes e parceiros de negócios em processos de negócios e de valores.
Sua base tecnológica é composta por sistemas físicos, cibernéticos e a Internet das Coisas que é um conceito criado para a revolução tecnológica dos itens interconectados. Todos aqueles itens usados no dia a dia que estão imersos na rede mundial de computadores.
Para termos uma idéia desta dimensão, muitos especialistas desta área, acreditam que a Indústria 4.0 ou a quarta revolução industrial, como já a chamam, poderá ser realizada dentro de uma década.
O novo conceito de mercado pede agilidade no desenvolvimento de competências e ações, tenham certeza disso!
“Para ser eficaz, o trabalhador do conhecimento deve em primeiro lugar, fazer as coisas certas acontecerem.””(Peter Drucker)
Diante desse imenso despertar da consciência para essa nova era, o consumidor de hoje faz de sua residência um verdadeiro laboratório para sua vida. Cada um com suas características individuais, sejam elas visuais, sensitivas e experienciais e neste caso é preciso enfatizar os conceitos do marketing 3.0 apresentado por Philip Kotler ao mundo.
É necessário agora que as indústrias aprendam a envolver diversas sensações e necessidades e compartilhá-las em um projeto único e especial para o consumidor desta nova era!
Se este consumidor não tem, ele vai dar um jeito e adaptar, se o que ele quer não existe, esteja certo que ele vai criar, e saiba que ele fará tudo do tamanho do seu bolso e de sua necessidade podem acreditar.
As mudanças de hábitos e comportamento marcam essa era do conhecimento. Cada vez mais, os consumidores querem mais por menos, onde esse menos tem que ser mais. O que os faz não aceitarem mais o pouco que ate hoje foi oferecido.
Esse novo tipo de consumidor, busca fazer parte da criação do projeto do produto, onde com isso deixam de lado sua posição de meros expectadores, para serem agora os verdadeiros protagonistas da criação.
As empresas e seus profissionais, terão que se adaptar a esta nova realidade rapidamente se pretendem manterem-se vivas para desfrutar desse novos conceitos de valores.
Empresários, gravem este pensamento do Mestre Peter Drucker:
“OS TRABALHADORES DO CONHECIMENTO POSSUEM MUITO MAIS LIBERDADE DO QUE OS TRABALHADORES DE ANTIGAMENTE PORQUE CONTROLAM O PATRIMÔNIO PRODUTIVO MAIS IMPORTANTE NA SOCIEDADE MODERNA: SUA INTELIGÊNCIA.”
Vamos reavaliar os velhos conceitos!
A todos um bom final de semana.
Adélia Covre
Adélia Covre


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